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06 de setembro de 2013, 12h34

Dilma: Obama irá responder sobre espionagem até quarta-feira (11)

Presidenta afirmou que sua viagem para Washington, marcada para outubro, dependerá das condições políticas criadas pelo presidente dos EUA

Presidenta afirmou que sua viagem para Washington, marcada para outubro, dependerá das condições políticas criadas pelo presidente dos EUA Da Redação Fotografia oficial da cúpula do G20 (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR) A presidenta Dilma Rousseff afirmou na manhã desta sexta-feira, 6, que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, assumiu responsabilidade “direta” nas investigações sobre as denúncias da espionagem feita pela NSA (Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos) contra o governo brasileiro. A declaração foi feita pela presidenta após participar da reunião da cúpula do G20, em São Petersburgo (Rússia), em entrevista coletiva. Dilma disse também que Obama comprometeu-se...

Presidenta afirmou que sua viagem para Washington, marcada para outubro, dependerá das condições políticas criadas pelo presidente dos EUA

Da Redação

Fotografia oficial da cúpula do G20 (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)

A presidenta Dilma Rousseff afirmou na manhã desta sexta-feira, 6, que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, assumiu responsabilidade “direta” nas investigações sobre as denúncias da espionagem feita pela NSA (Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos) contra o governo brasileiro. A declaração foi feita pela presidenta após participar da reunião da cúpula do G20, em São Petersburgo (Rússia), em entrevista coletiva.

Dilma disse também que Obama comprometeu-se a responder ao governo brasileiro sobre o caso até a próxima quarta-feira, 11, quando o ministro das Relações Exteriores,  Luiz Alberto Figueiredo, deve se reunir com a conselheira de Segurança Nacional dos Estados Unidos, Suzan Rice, para tratar das denúncias de espionagem.

Na mesma entrevista, a presidenta afirmou que a sua viagem de Estado para Washington, marcada para outubro, irá depender das condições políticas criadas por Obama. Dilma anunciou ainda que vai propor à ONU (Organização das Nações Unidas) uma nova governança global contra a invasão de privacidade.

Veja também:  Afirmar-se sapatão é um ato revolucionário: criminaliza, STF. LGBTIfobia, não!

Sobre a crise na Síria e uma possível intervenção militar no país liderada pelos EUA, a presidenta disse que o Brasil não vai reconhecer qualquer ação que não tenha a aprovação da ONU.

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