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24 de Abril de 2014, 12h24

Dilma rebate teles e afirma que elas não poderão “furar” neutralidade da rede

Operadoras declararam que texto do Marco Civil da Internet permite que cobrem preços diferentes por acessos específicos

Operadoras declararam que texto do Marco Civil da Internet permite que cobrem preços diferentes por acessos específicos

Por Redação

Foi realizado na manhã de ontem (23) um bate-papo online da presidenta Dilma Rousseff com internautas a respeito do Marco Civil da Internet, aprovado na última terça-feira (22) e sancionado também ontem. Entre as várias questões colocadas, a que mais chamou foi a de um internauta que perguntou se as teles poderiam burlar a neutralidade da rede.

A presidenta negou e declarou que as teles não poderão priorizar um conteúdo em detrimento do outro.O conceito de neutralidade da rede – assunto que dominou os debates em torno do Marco Civil – permite que as teles vendam velocidades diferenciadas (1 Mbps ou 50 Mbps) com preços distinto, mas não permite que a conexão seja limitada, logo, independentemente do pacote comprado, o usuário tem de ter acesso isonômico na rede.

A polêmica surgiu a partiu de uma reportagem publicada na edição online do jornal Folha de São Paulo, onde as teles afirmaram que poderão vender pacotes diferenciados que cobrem mais dos clientes que acessem conteúdo específico.