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12 de maio de 2018, 11h54

Dono de restaurante que não aceitou notas carimbadas com “Lula Livre” diz que policiais se ofereceram “para ajudá-lo em caso de distúrbios”

Depois do ocorrido, o proprietário apagou o perfil do restaurante no Facebook

Ângelo Tomi, dono do restaurante Komy’s, na Vila Madalena, em SP, que virou notícia depois de ser acusado de recusar de maneira “histérica” uma nota com o carimbo “Lula Livre” e “Marielle presente”, disse que policiais de uma delegacia próxima que costumam almoçar no local se dispuseram a ajudá-lo em caso de distúrbios maiores. Depois do ocorrido, o proprietário apagou o perfil do restaurante no Facebook e ainda afirmou que o restaurante “lotou depois da publicidade gratuita”. O caso A artista Ana Teixeira disse ter sido vítima “de uma histeria violenta e desnecessária” no restaurante Komy’s, quando foi pagar a...

Ângelo Tomi, dono do restaurante Komy’s, na Vila Madalena, em SP, que virou notícia depois de ser acusado de recusar de maneira “histérica” uma nota com o carimbo “Lula Livre” e “Marielle presente”, disse que policiais de uma delegacia próxima que costumam almoçar no local se dispuseram a ajudá-lo em caso de distúrbios maiores.

Depois do ocorrido, o proprietário apagou o perfil do restaurante no Facebook e ainda afirmou que o restaurante “lotou depois da publicidade gratuita”.

O caso

A artista Ana Teixeira disse ter sido vítima “de uma histeria violenta e desnecessária” no restaurante Komy’s, quando foi pagar a conta. Ela conta que os donos do estabelecimento começaram a gritar e a xingá-la porque nas notas havia os carimbos “Lula livre” e “Marielle presente”.

“A proprietária do restaurante já havia me dado o troco quando percebeu o carimbo e imediatamente começou a gritar insana e descontroladamente: NÃO ACEITO ISSO! NÃO ACEITO ISSO! SUA BANDIDA! TENTOU ME ENGANAR ME DANDO A NOTA PELO OUTRO LADO. BANDIDA! [sic]”, descreveu Ana, em publicação no Facebook, que viralizou.

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De acordo com o proprietário, a reação foi dos clientes e não dele nem da mulher. “Não sou petista nem peemedebista, não sou nada”, diz ele, relatando que recebeu também centenas de telefonemas de protesto. O empresário afirma que não sabia que as notas eram válidas e que poderia recebê-las.

Com informações da coluna de Mônica Bergamo

 

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