31 de outubro de 2017, 10h02

Doria anuncia o que não pode entregar: carnaval na 23 de Maio é inviável

Viadutos na região são baixos e trios não passam. Prefeito da Vila Mariana é desmentido pela equipe de Daniela Mercury. Equipe, mais uma vez, não sabe que fazer com os delírios do prefeito e bate cabeça. Veja aqui todo o imbróglio

Viadutos na região são baixos e trios não passam. Prefeito da Vila Mariana é desmentido pela equipe de Daniela Mercury. Equipe, mais uma vez, não sabe que fazer com os delírios do prefeito e bate cabeça. Veja aqui todo o imbróglio Da Redação* Para insistir na ideia de transferir o carnaval pra avenida 23 de Maio, que não permite a passagem dos trios por conta da altura de alguns viadutos, o prefeito da Vila Mariana, Benedito Mascarenhas, declarou que o trio de Daniela Mercury havia ficado parado por quatro horas em um só quarteirão. Ele foi prontamente desmentido pela equipe...

Viadutos na região são baixos e trios não passam. Prefeito da Vila Mariana é desmentido pela equipe de Daniela Mercury. Equipe, mais uma vez, não sabe que fazer com os delírios do prefeito e bate cabeça. Veja aqui todo o imbróglio

Da Redação*

Para insistir na ideia de transferir o carnaval pra avenida 23 de Maio, que não permite a passagem dos trios por conta da altura de alguns viadutos, o prefeito da Vila Mariana, Benedito Mascarenhas, declarou que o trio de Daniela Mercury havia ficado parado por quatro horas em um só quarteirão. Ele foi prontamente desmentido pela equipe da cantora. O trio ficou estacionado por cerca de uma hora, no máximo.

O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmou, em meados de outubro, que o Carnaval de rua deixará a Vila Madalena, na zona oeste da cidade, e será transferido para a avenida 23 de Maio. O único problema, no entanto, que o prefeito e sua equipe deixaram de levar em conta, é a altura de alguns viadutos.

O viaduto Tutóia, o mais baixo da 23 de Maio, por exemplo, tem 4,5 m. Os trios, com os artistas, têm por volta de 6,5 m.

Apesar disso, a equipe dele ainda quebra a cabeça para tentar manter a ideia em pé. Uma das alternativas seria encontrar alguma parte da avenida, ainda que pequena, em que a altura de dois viadutos fosse um pouco maior para que os blocos pudessem se mover entre eles.

Outra saída seria deixá-los parados por horas no mesmo local, o que nunca ocorreu e esfriaria a festa.

Trocando em miúdos, a equipe, mais uma vez, não sabe que fazer com os anúncios intempestivos e estapafúrdios de Doria.

Com informações da Folha e da coluna de Mônica Bérgamo

Foto: Leon Rodrigues/Secom