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14 de novembro de 2018, 08h34

Eduardo de Bolsonaro rejeita acordo da PGR em processo de ameaça à jornalista

O filho de Bolsonaro foi denunciado em abril deste ano pela PGR por ameaças por meio do Telegram à jornalista Patrícia Lelis, que trabalhava no PSC, antigo partido do deputado.

olsonaro (PSL-SP) - Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agencia Brasil
Eduardo Bolsonaro (PSL/SP), deputado federal reeleito, rejeitou um acordo proposto pela Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre processo movido contra ele por ameaça à jornalista Patrícia Lélis. As informações são da edição desta quarta-feira (14) do jornal O Globo. O filho de Bolsonaro foi denunciado em abril deste ano pela PGR por ameaças por meio do Telegram à jornalista Patrícia Lelis, que trabalhava no PSC, antigo partido do deputado. O crime apontado pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, foi o de ameaça e a previsão de pena no caso de condenação é de um ano a seis meses de prisão. Por...

Eduardo Bolsonaro (PSL/SP), deputado federal reeleito, rejeitou um acordo proposto pela Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre processo movido contra ele por ameaça à jornalista Patrícia Lélis. As informações são da edição desta quarta-feira (14) do jornal O Globo.

O filho de Bolsonaro foi denunciado em abril deste ano pela PGR por ameaças por meio do Telegram à jornalista Patrícia Lelis, que trabalhava no PSC, antigo partido do deputado. O crime apontado pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, foi o de ameaça e a previsão de pena no caso de condenação é de um ano a seis meses de prisão.

Por meio dos advogados, Eduardo afirmou que é inocente e, por isso, pediu prazo para responder formalmente à acusação. No último dia 30, o deputado foi notificado para se manifestar no processo, depois de quase um mês de tentativas diárias do oficial de Justiça do STF.

A proposta apresentada pela PGR inclui o pagamento de R$ 50 mil à jornalista por danos morais; pagamento mensal de 25% do salário de deputado, por um ano, ao Núcleo de Atendimento às Famílias e aos Autores de Violência Doméstica; e prestação de serviços à comunidade por 120 horas, em um ano, na instituição Recomeçar — Associação de Mulheres Mastectomizadas de Brasília.

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