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13 de novembro de 2016, 14h58

Ku Klux Klan convoca marcha na Carolina do Norte para comemorar vitória de Donald Trump

Organização racista apoiou a eleição do republicano para a Casa Branca. “A raça de Trump uniu meu povo”, diz convocação da manifestação.

Organização racista apoiou a eleição do republicano para a Casa Branca. “A raça de Trump uniu meu povo”, diz convocação da manifestação. Por redação A organização racista Ku Klux Klan na Carolina do Norte está convocando apoiadores para uma marcha no próximo dia 3 de dezembro em comemoração à vitória de Donald Trump, eleito o 45º presidente dos Estados Unidos. O local e a hora da manifestação ainda não foram divulgados. Para ilustrar a convocação, o grupo utilizou uma imagem que apresenta Trump de maneira majestosa, com a legenda: “Presidente dos Estados Unidos”. “A raça de Trump uniu meu povo”,...

Organização racista apoiou a eleição do republicano para a Casa Branca. “A raça de Trump uniu meu povo”, diz convocação da manifestação.

Por redação

A organização racista Ku Klux Klan na Carolina do Norte está convocando apoiadores para uma marcha no próximo dia 3 de dezembro em comemoração à vitória de Donald Trump, eleito o 45º presidente dos Estados Unidos. O local e a hora da manifestação ainda não foram divulgados.

Para ilustrar a convocação, o grupo utilizou uma imagem que apresenta Trump de maneira majestosa, com a legenda: “Presidente dos Estados Unidos”. “A raça de Trump uniu meu povo”, acrescenta.

O site dos Leais Cavaleiros Brancos do KKK da Carolina do Norte diz que a organização não é um grupo de ódio, mas sim um grupo que luta contra “algumas coisas que certos grupos fazem contra nossa raça e nossa nação”. “Nosso objetivo é devolver a América à nação cristã branca. Isto não significa que queremos que nada de ruim aconteça às raças mais escuras. Simplesmente queremos viver separados delas”, explica o grupo.

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A campanha de Donald Trump tentou arduamente se desligar de qualquer relação com membros da KKK. Porém, o grupo declarou apoio oficial ao então candidato republicano e, em agosto, uma liderança da Ku Klux Klan, supremacista branco e ex-líder nacional do grupo racista, David Durke, pediu votos para Trump e declarou seu apoio à campanha do republicano.

Em ligações, gravadas, David Durke pedia votos sob o pretexto de uma suposta imigração em massa, “eles serão mais que nós em nossa própria nação. Está acontecendo”, diz. Em reação ao ocorrido, a campanha de Donald Trump, por meio de sua porta voz, Katrina Pierson, classificou o áudio como “absolutamente inquietante”.

Foto: reprodução

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