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23 de outubro de 2018, 19h01

Em debate do SBT-UOL, Doria pede combate à fake news em pergunta sobre vídeo

Associado ao homem que aparece em um vídeo íntimo que circula hoje nas redes sociais, Doria, ao mesmo tempo que baixou o tom contra Márcio França, finalmente resolveu cobrar do TSE uma postura mais incisiva com relação às fake news

Reprodução
O candidato ao governo de São Paulo pelo PSDB, João Doria, assumiu nesta terça-feira (23), em debate promovido pelo SBT, Folha de S.Paulo e UOL, uma postura completamente diferente a que assumiu nos outros encontros entre os postulantes ao Palácio dos Bandeirantes. Pela primeira vez o tucano pediu uma postura mais incisiva do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com relação ao combate às fake news. O assunto já estava em alta com as milhares de fake news disseminadas pela campanha de Jair Bolsonaro (PSL), candidato que Doria apoia, mas só se pronunciou sobre o assunto após ser perguntado por uma jornalista...

O candidato ao governo de São Paulo pelo PSDB, João Doria, assumiu nesta terça-feira (23), em debate promovido pelo SBT, Folha de S.Paulo e UOL, uma postura completamente diferente a que assumiu nos outros encontros entre os postulantes ao Palácio dos Bandeirantes.

Pela primeira vez o tucano pediu uma postura mais incisiva do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com relação ao combate às fake news. O assunto já estava em alta com as milhares de fake news disseminadas pela campanha de Jair Bolsonaro (PSL), candidato que Doria apoia, mas só se pronunciou sobre o assunto após ser perguntado por uma jornalista sobre o vídeo íntimo associado ao tucano que começou a circular nas redes sociais hoje.

“A população não espera que seus adversários se agridam utilizando fake news. Meu total repúdio às fake news, contra o próprio Márcio França, o Bolsonaro e o próprio Haddad. Acho que a legislação brasileira para as próximas eleições tem que mudar. O TSE deve ter uma ação muito rigorosa para impedir essa proliferação de fake news”, afirmou.

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Além da inédita fala sobre fake news, Doria baixou o tom contra seu adversário, Márcio França (PSB). Diferentemente de outros debates, marcados por ataques e tentativas de Doria de associar França ao petismo, o tucano procurou se desvencilhar do rótulo de antipetista e do “candidato de Bolsonaro”.

“Não farei gestão partidarizada e nem ideológica”, disse.

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