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03 de agosto de 2015, 14h57

Em pesquisa, maioria concorda com trem ter passado por cima de corpo no Rio

Das mais de 14 mil pessoas que votaram na enquete, 9.028 apoiaram a atitude da empresa responsável, pois a interrupção atrasaria a viagem.

Das mais de 14 mil pessoas que votaram na enquete, 9.028 apoiaram a atitude da empresa responsável, pois a interrupção atrasaria a viagem

Por Redação

Uma enquete realizada pelo jornal O DIA questionou os leitores sobre o episódio em que um trem foi autorizado pela empresa responsável a passar por cima do corpo de um homem que morreu sob os trilhos, após ser atropelado. O caso aconteceu na última terça-feira (28) na estação de Madureira, no Rio de Janeiro. O resultado impressionou: 60,4% das pessoas que responderam a consulta concordaram com a decisão da companhia para que a circulação não fosse afetada.

Ao todo, 14.942 leitores votaram na enquete. Desses, 9.028 disseram que a conduta da empresa SuperVia estava correta, pois poderia atrasar a condução caso o fluxo fosse interrompido. Já 5.914 disseram não concordar com o fato de passarem por cima do corpo, por ser uma atitude desrespeitosa. O secretário estadual de Transportes, Carlos Roberto Osório, considerou ‘injustificável’ a postura dos agentes na estação, mas disse que cabe à Agetransp punir os responsáveis.

Foto de capa: Reprodução/YouTube