01 de janeiro de 2019, 10h02

Em posse relâmpago, Doria promete “menos governo, menos estado, menos estatais”

Em discurso, que defendeu a "redução do Estado", governandor de São Paulo fez acenos a Bolsonaro. "Nosso governo não vai virar as costas para o Brasil. Vamos apoiar as iniciativas do presidente Jair Bolsonaro."

Reprodução/TV Globo
Em cerimônia relâmpago, de cerca de 45 minutos, João Doria (PSDB) tomou posse no governo de São Paulo na manhã desta terça-feira (1º) com discurso de “redução do Estado” e acenos ao presidente Jair Bolsonaro (PSL). A curta cerimônia, ocorrida na Assembleia Legislativa de São Paulo (Ales) se deu justamente pela viagem do governador à Brasília, onde participará da posse do capitão da reserva. Em seu discurso, Doria disse que A população quer um governo “eficiente e de resultados”. “Menos governo, menos estatais, menos privilégios, mais educação, mais saúde, mais emprego”, prometeu o tucano. Doria disse que deve acompanhar Bolsonaro...

Em cerimônia relâmpago, de cerca de 45 minutos, João Doria (PSDB) tomou posse no governo de São Paulo na manhã desta terça-feira (1º) com discurso de “redução do Estado” e acenos ao presidente Jair Bolsonaro (PSL). A curta cerimônia, ocorrida na Assembleia Legislativa de São Paulo (Ales) se deu justamente pela viagem do governador à Brasília, onde participará da posse do capitão da reserva.

Em seu discurso, Doria disse que A população quer um governo “eficiente e de resultados”. “Menos governo, menos estatais, menos privilégios, mais educação, mais saúde, mais emprego”, prometeu o tucano.

Doria disse que deve acompanhar Bolsonaro no Fórum Econômico Mundial, que acontece entre os dias 22 e 25 de Janeiro, em Davos, na Suíça, e fez afagos ao capitão. “Nosso governo não vai virar as costas para o Brasil. Vamos apoiar as iniciativas do presidente Jair Bolsonaro.”

Dória, que provocou um racha no PSDB, também afirmou que vai defender mudanças na legenda para que o partido esteja “sintonizado com o novo Brasil”. “Defendo uma reestruturação no meu partido. Nós temos que ter a coragem de mudar, de sintonizar. Transformar não significa desrespeitar a história do PSDB, sobretudo aquela escrita por Franco Montoro, Fernando Henrique Cardoso, Mario Covas, Geraldo Alckmin”.