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23 de dezembro de 2017, 16h50

Em resposta a manifestante, Cristovam Buarque assume que é golpista

O senador, um dos que votou favoravelmente ao impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff, só não tolerou ser chamado de corrupto. “Golpista, mas não corrupto” Por Redação O senador Cristovam Buarque (PPS-DF), que perdeu inúmeros eleitores depois de votar a favor do impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff em 2016, tem sido constantemente chamado, desde então, de “golpista”. Na última quarta-feira (20), durante a confraternização de seu partido em Brasília, o parlamentar voltou a ouvir de um grupo de pessoas que estava no local que ele seria “golpista” mas, desta vez, não só não se calou, como ainda endossou  a pecha. “Golpista!...

O senador, um dos que votou favoravelmente ao impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff, só não tolerou ser chamado de corrupto. “Golpista, mas não corrupto”

Por Redação

O senador Cristovam Buarque (PPS-DF), que perdeu inúmeros eleitores depois de votar a favor do impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff em 2016, tem sido constantemente chamado, desde então, de “golpista”.

Na última quarta-feira (20), durante a confraternização de seu partido em Brasília, o parlamentar voltou a ouvir de um grupo de pessoas que estava no local que ele seria “golpista” mas, desta vez, não só não se calou, como ainda endossou  a pecha.

“Golpista! Golpista! Você morreu!”, gritaram os manifestantes, ao que Cristovam respondeu: “Golpista, mas não corrupto!”.

De alguma maneira, Cristovam Buarque já previa uma reação hostil de seu eleitorado quando decidiu votar a favor do impeachment de Dilma. Em agosto de 2016, pouco antes de Dilma ser afastada definitivamente, Buarque escreveu: “Tenho consciência de que meu voto provocará incompreensão e decepção em amigos e companheiros, eleitores e leitores, além de desprestígio no exterior. Sinto, entretanto, que esse é um ato necessário para reorientar o futuro do Brasil e, portanto, justifica o sacrifício”.

Veja também:  Moro celebra manifestações, diz que não houve pautas autoritárias e é desmentido nas redes

*Com informações do Correio Braziliense

Foto: Edilson Rodrigues

 

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