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06 de março de 2018, 11h10

Embaixador afastado por assédio ganha US$ 9 mil por mês só para bancar jantares

João Carlos de Souza-Gomes foi afastado há cerca de 120 dias e funcionários ameaçam entrar em greve, caso ele reassuma o seu posto

Souza-Gomes atuava como chefe da representação do Brasil junto à FAO, um braço da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, em Roma, na Itália – Reprodução/YouTube Segundo a coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, o embaixador João Carlos da Souza-Gomes, que está afastado há cerca de 120 dias, continua recebendo salário total, além de verba de US$ 9.553 mensais para bancar jantares, recepções e demais custos referentes ao trabalho de diplomatas no exterior. A manutenção do pagamento, em casos de afastamento, está prevista em lei. Souza-Gomes atuava como chefe da representação do Brasil junto à FAO (braço da Organização das...

Souza-Gomes atuava como chefe da representação do Brasil junto à FAO, um braço da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, em Roma, na Itália – Reprodução/YouTube

Segundo a coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, o embaixador João Carlos da Souza-Gomes, que está afastado há cerca de 120 dias, continua recebendo salário total, além de verba de US$ 9.553 mensais para bancar jantares, recepções e demais custos referentes ao trabalho de diplomatas no exterior. A manutenção do pagamento, em casos de afastamento, está prevista em lei.

Souza-Gomes atuava como chefe da representação do Brasil junto à FAO (braço da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura) em Roma, na Itália. O embaixador foi afastado, após a abertura de um processo administrativo, que levanta informações sobre acusações de assédio moral e sexual contra ele e que deve ser concluído até esta quinta-feira (8). Os funcionários estão ameaçando promover uma greve, caso o embaixador reassuma seu posto.

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