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22 de maio de 2019, 22h31

Empresários liderados por dono da Riachuelo resolvem ir às ruas por Bolsonaro

“As pautas mudaram. As manifestações serão em defesa da reforma da Previdência, da MP 870, que é a reforma administrativa, e do pacote anticrime do ministro Sérgio Moro”, disse Gabriel Kanner, presidente do movimento Brasil 200

Foto: Divulgação
Depois de não aderirem aos atos favoráveis a Jair Bolsonaro, marcados para este domingo (26), o movimento de empresários Brasil 200, que conta com nomes como Flávio Rocha (Riachuelo) e João Appolinário (Polishop), mudou de ideia e vai apoiar as manifestações, de acordo com informações de Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo. “As pautas mudaram. As manifestações serão em defesa da reforma da Previdência, da MP 870, que é a reforma administrativa, e do pacote anticrime do ministro Sérgio Moro. Nós também defendemos isso e, por isso, decidimos ir para as ruas”, avisou Gabriel Kanner, presidente do Brasil 200. Ele disse que, inicialmente,...

Depois de não aderirem aos atos favoráveis a Jair Bolsonaro, marcados para este domingo (26), o movimento de empresários Brasil 200, que conta com nomes como Flávio Rocha (Riachuelo) e João Appolinário (Polishop), mudou de ideia e vai apoiar as manifestações, de acordo com informações de Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo.

“As pautas mudaram. As manifestações serão em defesa da reforma da Previdência, da MP 870, que é a reforma administrativa, e do pacote anticrime do ministro Sérgio Moro. Nós também defendemos isso e, por isso, decidimos ir para as ruas”, avisou Gabriel Kanner, presidente do Brasil 200.

Ele disse que, inicialmente, o grupo decidiu não apoiar a ideia porque organizadores estavam compartilhando hashtags sobre invadir o Congresso e fechar o Supremo Tribunal Federal (STF). “Refutamos essas pautas. Nunca podemos atacar as instituições.”

Ausência

Mesmo com este apoio, Bolsonaro pediu aos integrantes de sua equipe que não compareçam às manifestações em apoio ao governo. Ele próprio desistiu de participar.

Veja também:  Derrotado na CCJ e sem apoio popular, decreto de armas volta a ser defendido por Bolsonaro

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