Imprensa livre e independente
13 de fevereiro de 2017, 13h25

Engenhão se livra do nome João Havelange e agora é o Estádio Olímpico Nilton Santos

O Engenhão não carrega mais o nome de João Havelange. Por meio de decreto assinado pelo prefeito do Rio, Marcelo Crivella, na última sexta-feira (10), o estádio, construído para abrigar o futebol e o atletismo no Pan do Rio, de 2007, passa a ser o Estádio Olímpico Nilton Santos.

O Engenhão não carrega mais o nome de João Havelange. Por meio de decreto assinado pelo prefeito do Rio, Marcelo Crivella, na última sexta-feira (10), o estádio, construído para abrigar o futebol e o atletismo no Pan do Rio, de 2007, passa a ser o Estádio Olímpico Nilton Santos. Da Redação O Engenhão não carrega mais o nome de João Havelange. Por meio de decreto assinado pelo prefeito do Rio, Marcelo Crivella, na última sexta-feira (10), o estádio, construído para abrigar o futebol e o atletismo no Pan do Rio, de 2007, passa a ser o Estádio Olímpico Nilton Santos....

O Engenhão não carrega mais o nome de João Havelange. Por meio de decreto assinado pelo prefeito do Rio, Marcelo Crivella, na última sexta-feira (10), o estádio, construído para abrigar o futebol e o atletismo no Pan do Rio, de 2007, passa a ser o Estádio Olímpico Nilton Santos.

Da Redação

O Engenhão não carrega mais o nome de João Havelange. Por meio de decreto assinado pelo prefeito do Rio, Marcelo Crivella, na última sexta-feira (10), o estádio, construído para abrigar o futebol e o atletismo no Pan do Rio, de 2007, passa a ser o Estádio Olímpico Nilton Santos.

Nilton Santos, grande craque do Botafogo – arrendatário do estádio – e da seleção brasileira, foi eleito pela FIFA o melhor lateral esquerdo da história do futebol. Apelidado de “A Enciclopédia”, por conta de seus conhecimentos sobre o futebol, Santos é um nome com todas as condições de honrar o estádio, ao contrário de Havelange, que morreu no ano passado, suspeito de corrupção.

Mandatário máximo da FIfa entre 1974 e 1998, João Havelange teve seu nome envolvido em caso de corrupção na venda de direitos da Copa do Mundo. Ao lado do ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira, e Nicolás Leóz, então presidente da Confederação Sul-Americana de Futebol, o dirigente recebeu propina da empresa suíça de marketing esportivo ISL. Ao todo, U$S 22 milhões (R$ 44 milhões em valores atuais) foram inseridos em contas relacionadas aos brasileiros entre 1992 e 2000.

Veja também:  “Bolsonaro é como o imperador Nero: incendeia todo o país”, afirma Lula

Fórum em Brasília, apoie a Sucursal

Fórum tem investido cada dia mais em jornalismo. Neste ano inauguramos uma Sucursal em Brasília para cobrir de perto o governo Bolsonaro e o Congresso Nacional. A Fórum é o primeiro veículo a contratar jornalistas a partir de financiamento coletivo. E para continuar o trabalho precisamos do seu apoio. Clique no link abaixo e faça a sua doação.

Apoie a Fórum