25 de setembro de 2018, 18h00

“Esse movimento coloca a voz das mulheres nas ruas”, afirma Patrícia Lélis. Vídeo

A jornalista também está presente no ato que acontece na tarde desta terça-feira, na Praça da República, em São Paulo: “Hoje em dia a disputa de narrativas não é mais entre esquerda e direita, mas entre democracia e fascismo”

Foto: Reproduçao/Vídeo

Para Patrícia Lélis, jornalista e candidata à deputada federal pelo PROS, partido que integra a coligação “O Povo Feliz de Novo”, com PT e PCdoB, “a manifestação Primavera das Mulheres é extremamente importante, porque é democrática, representa que colocamos a voz das mulheres nas ruas para enfatizar “Ele não”, mas “Haddad e Manuela sim”. Representa um movimento contra o fascismo, pois hoje em dia a disputa de narrativas não é mais entre esquerda e direita, mas entre democracia e fascismo”, diz.

Para ela, as mulheres, durante esse processo, estão se fortalecendo. “Eu que saí da direita, me sinto honrada de participar disso. Agradeço todo mundo que ajudou e que fez parte dessa minha desconstrução”, destaca.

“Minha briga com a família Bolsonaro é antiga, vem de dois anos, inclusive na Justiça, desde que o Eduardo Bolsonaro me ameaçou. Eu disse que ele nunca mais iria me ameaçar. E, ao contrário do que ele afirma, que o movimento #EleNão é comprado, nós vamos mostrar no dia 29 a força da mulher e que essa manifestação nunca foi comprada. Nós, mulheres, vamos podemos decidir essa eleição”, completa Patrícia.