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08 de novembro de 2018, 16h09

Estudo aponta: Brasil, com Temer, é último colocado em ranking de prestígio do professor

Índice Global de Status de Professores de 2018 indica que apenas 9% dos brasileiros acreditam que os alunos respeitam seus professores

O Índice Global de Status de Professores de 2018, estudo divulgado pela “Varkey Foundation”, aponta, que dos 35 países pesquisados sobre como a população enxerga a carreira de professor, o Brasil aparece em último lugar no eu diz respeito ao prestígio dos educadores. As informações são da Agência PT de Notícias. A pesquisa mostra que no Brasil apenas 9% acreditam que os alunos respeitam seus professores. Na China, que lidera o ranking, 81% veem observam respeito. Em cada país foram entrevistadas mil pessoas, de 16 a 64 anos, e mais de 5,5 mil docentes. Como consequência da baixa valorização do profissional no...

O Índice Global de Status de Professores de 2018, estudo divulgado pela “Varkey Foundation”, aponta, que dos 35 países pesquisados sobre como a população enxerga a carreira de professor, o Brasil aparece em último lugar no eu diz respeito ao prestígio dos educadores. As informações são da Agência PT de Notícias.

A pesquisa mostra que no Brasil apenas 9% acreditam que os alunos respeitam seus professores. Na China, que lidera o ranking, 81% veem observam respeito. Em cada país foram entrevistadas mil pessoas, de 16 a 64 anos, e mais de 5,5 mil docentes.

Como consequência da baixa valorização do profissional no governo de Michel Temer apenas 20% dos pais brasileiros declaram que estimulariam seus filhos a seguir o ofício de educador. O estudo indica, ainda, que o brasileiro subestima a jornada de trabalho da profissão. A maioria das pessoas entrevistadas acha que a carga horária semanal média é de 39 horas, mas, na verdade, a média é de 48 horas.

Quando o assunto é salário, a realidade é pior do imagina a maioria das pessoas. O levantamento aponta que a população considera que R$ 93 mil ao ano seria um salário justo, mas acredita que a remuneração média seja R$ 56 mil ao ano. Entretanto, o salário médio dos educadores é de R$ 48 mil reais ao ano.

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Lembrando que enquanto nos governos Lula e Dilma as gestões criaram o piso nacional do magistério, no governo Temer comprometeu o futuro do setor coma PEC do Teto de Gastos, que cortou investimentos em várias áreas, inclusive Educação, por um período de 20 anos.

Reação

A notícia causou reação imediata de Manuela D’Ávila, deputada estadual e candidata à vice-presidência na chapa de Fernando Haddad. Ela usou sua conta no Twitter para protestar.

“Brasil cai para último lugar no ranking de status do professor, em pesquisa realizada em 35 países. É isso que precisamos enfrentar! Assegurar a qualidade da educação, com os municípios e estados. Precisamos dar as mãos aos nossos professores para garantir educação de qualidade”.

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