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25 de fevereiro de 2019, 14h18

Evo Morales: Trump afirmou em 2017 que faria guerra contra a Venezuela pelo petróleo

Presidente da Bolívia e Comissão Europeia fizeram apelo ao Grupo de Lima, que se reune em Bogotá, contra intervenção militar na Venezuela

Evo Morales e Donald Trump (Arquivo)
O presidente da Bolívia, Evo Morales, declarou nesta segunda-feira (25) que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, já havia afirmado em 2017 que tinha intenção de iniciar uma guerra contra a Venezuela por causa do petróleo. Evo e a Comissão Europeia enviaram mensagens ao grupo de Lima, que se reúne em Bogotá, fazendo um apelo para que se evite uma intervenção militar na Venezuela. Leia também: Mourão: EUA desejam guerra conta a Venezuela e Brasil manterá linha de não intervenção “Uma autoridade dos EUA afirmou que, em 2017, Trump disse que iria para a guerra com Venezuela, o seu...

O presidente da Bolívia, Evo Morales, declarou nesta segunda-feira (25) que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, já havia afirmado em 2017 que tinha intenção de iniciar uma guerra contra a Venezuela por causa do petróleo. Evo e a Comissão Europeia enviaram mensagens ao grupo de Lima, que se reúne em Bogotá, fazendo um apelo para que se evite uma intervenção militar na Venezuela.

Leia também: Mourão: EUA desejam guerra conta a Venezuela e Brasil manterá linha de não intervenção

“Uma autoridade dos EUA afirmou que, em 2017, Trump disse que iria para a guerra com Venezuela, o seu “quintal”, para apreender o petróleo. A intervenção falhou e agora dizem que “os dias de maduros são contados”; Condenamos essas ameaças de assassinato”, tuitou Evo.

A porta-voz da Comissão Europeia, Maja Kocijancic, pediu aos Estados Unidos para que não inicie uma guerra contra o governo de Nicolás Maduro. “Está estabelecida a posição da União Europeia nesse contexto e ela é muito clara: evitar a intervenção na Venezuela”, disse

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Pelo Twitter, Evo também pediu uma solução “através do diálogo como opção para salvar vidas”.

“Irmãos presidentes do grupo de lima: respeitando nossas diferenças políticas e como líderes democraticamente eleitos peço-lhe, com grande respeito, buscar uma solução através do diálogo como uma opção para salvar vidas e evitar que a guerra traga destruição para nossa América Latina”, tuitou Evo.


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