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19 de Abril de 2014, 19h05

Ex-assessor parlamentar de Erika Kokay desmente ataques da revista Veja; assista

Rodrigo Grassi divulgou vídeo onde responde aos ataques de que tem sido vítima por parte da revista Veja e declarou que vai processar a publicação

Rodrigo Grassi divulgou vídeo onde responde aos ataques de que tem sido vítima por parte da revista Veja e declarou que vai processar a publicação

Por Redação

Rodrigo Grassi (também conhecido como Rodrigo Pilha), ex-assessor parlamentar da deputada federal Erika Kokay (PT-DF), se tornou, nas duas últimas semanas, alvo de reportagens da revista Veja. Tudo começou quando Pilha postou um vídeo no qual faz críticas públicas ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa. O jornalista Ricardo Setti, da Veja, classificou Pilha como “baderneiro petista” em um texto e em outra publicação, deu a entender que Rodrigo teria pedido licença médica pra ir ao Rock In Rio.

Em resposta, Rodrigo Pilha postou, hoje pela manhã (19), outro vídeo no YouTube, em que rebate acusações das quais foi vítima a partir de duas matérias publicadas no portal da revista Veja. Primeiramente, Pilha mostra o seu “carro de playboy”, que é um fusca azul, que ele chama de “Mujica”; depois ,ele lamenta não ter uma lancha e faz uma ironia, dizendo que, após ganhar o processo contra a revista, “quem sabe não compra uma”.

Rodrigo faz leitura de uma série de ações equivocadas do ministro Joaquim Barbosa e também lembra que o mesmo, quando esteve de licença médica, foi flagrado se divertindo em bares. Além disso, questiona à revista Veja o porquê de não ter feito matérias sobre o fato do ministro, ao abrir uma empresa em Miami, ter utilizado um endereço de um prédio público e não privado.

Sobre os repórteres da Veja, Rodrigo Pilha afirma que não há diálogo com eles e que a conversa será na justiça. Na sequência,  pede que a revista explique as suas ligações com Carlos Cachoeira e diz também que a publicação defende o PSDB, porque no governo estadual, principalmente na gestão Serra (2007-2011), foram injetados R$ 38 milhões em uma editora da Veja.

A deputada Erika Kokay (PT-DF) saiu em defesa de seu funcionário e declarou, em nota pública, que “Não há elementos a partir da análise desses pontos levantados para que se puna o servidor. É preciso que não se resvale para posturas que, a título de apurar, buscam perseguir, invadir a privacidade, pré-julgar, sob pena de considerarmos que as informações se tornaram reféns da intenção prévia de criminalizar ações em função da concepção ideológica, ou preferências subjetivas, com que são enfocadas. Assim, a informação que não se pauta pelo critério da objetividade, do contraditório e da boa técnica jornalística aprisiona, ao invés de ampliar, a democracia e seus efeitos de transparência.”

A seguir, confira o vídeo resposta feito por Rodrigo Pilha: