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08 de novembro de 2018, 21h28

Ex-presidente do Equador, Rafael Correa pede asilo na Bélgica

Ele está envolvido em uma batalha judicial com promotores equatorianos, que o acusam de envolvimento em um caso de sequestro; em julho, um juiz em Quito ordenou sua prisão

Foto: Reprodução/YouTube Rafael Correa, ex-presidente do Equador, solicitou asilo político na Bélgica. Ele, que já mora no país, está envolvido em uma batalha judicial com promotores equatorianos, que o acusam de ser o “cabeça” de um caso de sequestro. Em julho, um juiz em Quito ordenou a prisão do ex-presidente equatoriano. As informações são do Sputnik Brasil. A justiça do país sul-americano ligou Correa à ocorrência, após dois ex-agentes de inteligência, Diana Falcón e Raúl Chicaiza, apontaram que a ordem de colocar em prática o sequestro do político Fernando Balda, ocorrido em 2012, em Bogotá, foi dada pelo ex-presidente e...

Foto: Reprodução/YouTube

Rafael Correa, ex-presidente do Equador, solicitou asilo político na Bélgica. Ele, que já mora no país, está envolvido em uma batalha judicial com promotores equatorianos, que o acusam de ser o “cabeça” de um caso de sequestro. Em julho, um juiz em Quito ordenou a prisão do ex-presidente equatoriano. As informações são do Sputnik Brasil.

A justiça do país sul-americano ligou Correa à ocorrência, após dois ex-agentes de inteligência, Diana Falcón e Raúl Chicaiza, apontaram que a ordem de colocar em prática o sequestro do político Fernando Balda, ocorrido em 2012, em Bogotá, foi dada pelo ex-presidente e seu secretário de inteligência.

Caupolicán Ochoa, advogado do ex-presidente, rejeitou a decisão e afirmou que a   medida obedece a pressões políticas, uma vez que os elementos de condenação apresentados pela promotoria foram invalidados pela defesa.

O ex-presidente equatoriano tem ordem de prisão preventiva desde julho passado. Logo em seguida, Correa publicou nas redes sociais um vídeo em que afirmava ser vítima de um complô contra ele e as forças progressistas do país. Ele também usou o Twitter para rebater o Judiciário equatoriano e definiu como “farsa” o processo que o condenou à prisão.

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