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28 de dezembro de 2011, 21h52

Expedição vai cobrar justiça aos assassinatos de líderes Kaiowá-Guarani

Um grupo de profissionais de diferentes áreas, lideranças e militantes da causa indígena, junto com o Tribunal Popular, arrecadam doações para uma expedição ao território indígena Kaiowá-Guarani, no Mato Grosso do Sul. A ideia é levar uma equipe de 15 pessoas a diferentes aldeias. O objetivo é produzir relatórios e vídeos sobre as demandas da […]

Um grupo de profissionais de diferentes áreas, lideranças e militantes da causa indígena, junto com o Tribunal Popular, arrecadam doações para uma expedição ao território indígena Kaiowá-Guarani, no Mato Grosso do Sul. A ideia é levar uma equipe de 15 pessoas a diferentes aldeias. O objetivo é produzir relatórios e vídeos sobre as demandas da região, onde a violência é tão constante que já se fala em um processo de genocídio em curso ao povo Kaiowá-Guarani.

Nos últimos oito anos, foram 250 assassinatos de caciques e líderes indígenas. E nos últimos três anos, foram 13 professores indígenas mortos. A espedição pretende cobrar justiça pelos assassinatos e perseguições e ainda cobrar a demarcação das terras, cuja demora é apontada como um dos motivos da violência. Portaria da Funai de 2008 já prevê a demarcação.

Os idealizadores da expedição pretendem arrecadar R$36 mil para as despesas. Até agora, já conseguiram R$16 mil. Faltam R$ 20 mil até 9 de janeiro. Eles cadastraram o projeto no Catarse. Para ajudar a expedição, clique aqui.