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08 de novembro de 2018, 17h12

Fernanda Lima agradece solidariedade de artistas após ataques nas redes sociais

A origem das manifestações de intolerância foi seu discurso contundente em defesa do feminismo, que ela fez ao final do programa Amor & Sexo

Foto: Rede Globo/Reprodução “Gostaria de agradecer o carinho das pessoas que têm se manifestado positivamente em relação ao programa que foi ao ar na última terça-feira, sobre a mulher. Estou recebendo muito amor e com isso renovando”. Foi dessa forma que a apresentadora Fernanda Lima reagiu à solidariedade de artistas, políticos e público em geral, depois que recebeu uma série de ataques nas redes sociais. Ela se viu obrigada a bloquear comentários de internautas em suas redes sociais, depois de receber inúmeros ataques e ofensas. A origem das manifestações de intolerância foi o discurso contundente em defesa do feminismo que...

Foto: Rede Globo/Reprodução

“Gostaria de agradecer o carinho das pessoas que têm se manifestado positivamente em relação ao programa que foi ao ar na última terça-feira, sobre a mulher. Estou recebendo muito amor e com isso renovando”. Foi dessa forma que a apresentadora Fernanda Lima reagiu à solidariedade de artistas, políticos e público em geral, depois que recebeu uma série de ataques nas redes sociais.

Ela se viu obrigada a bloquear comentários de internautas em suas redes sociais, depois de receber inúmeros ataques e ofensas. A origem das manifestações de intolerância foi o discurso contundente em defesa do feminismo que ela fez ao final do programa Amor & Sexo, da Rede Globo, na última terça-feira (6). A fala foi interpretada como um desafio ao governo de Jair Bolsonaro.

O perfil da apresentadora no Instagram, que tem 3,6 milhões de seguidores, foi fechado para mensagens. Ela recebeu uma série de agressões, censurando as pautas do programa e, em alguns casos, até mesmo ofensas pessoais.

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Em seu discurso, Fernanda convocou audiência e auditório a “sabotar as engrenagens desse sistema de opressão. Vamos sabotar as engrenagens desse sistema homofóbico, racista, patriarcal, machista e misógino”, ressaltou. E disse, ainda: “Chamam de louca a mulher que desafia as regras e não se conforma. Nossa revolução está apenas começando”.

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