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16 de dezembro de 2018, 11h14

FHC minimiza suspeitas de corrupção dos Bolsonaro: “É preciso verificar antes de condenar”

Em meio às movimentações financeiras suspeitas de assessores da família Bolsonaro, o ex-presidente disparou: "Lamento que antes de começar o novo governo pedras sejam lançadas"

Foto: Wilson Dias / Agência Brasil
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) usou sua conta do Twitter neste sábado (15) para sair em defesa do presidente eleito Jair Bolsonaro e minimizar as suspeitas de corrupção que envolvem assessores de sua família. Sem citar nomes, o tucano lamentou que “antes de começar o novo governo pedras sejam lançadas”. “Diariamente há pessoas acusadas de corrupção ou mal uso de dinheiro publico. Lamento que antes de começar o novo governo pedras sejam lançadas.É preciso verificar, antes de condenar, mas sem confiança e credibilidade impossível reconstruir o país, como a maioria do povo deseja”, escreveu. Diariamente há pessoas acusadas de...

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) usou sua conta do Twitter neste sábado (15) para sair em defesa do presidente eleito Jair Bolsonaro e minimizar as suspeitas de corrupção que envolvem assessores de sua família.

Sem citar nomes, o tucano lamentou que “antes de começar o novo governo pedras sejam lançadas”.

“Diariamente há pessoas acusadas de corrupção ou mal uso de dinheiro publico. Lamento que antes de começar o novo governo pedras sejam lançadas.É preciso verificar, antes de condenar, mas sem confiança e credibilidade impossível reconstruir o país, como a maioria do povo deseja”, escreveu.

A declaração de FHC vêm em meio às inúmeras denúncias que têm vindo à público, quase diariamente, de movimentações financeiras suspeitas de assessores da família do presidente eleito. Fabrício Queiroz, ex-assessor do deputado Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), chamou a atenção do Coaf por uma movimentação de R$1,2 milhão em sua conta entre 2016 e 2017, valor que é incompatíve com seu salário e patrimônio. Essa movimentação suspeita contou ainda com repasses à futura primeira-dama, Michelle Bolsonaro, e depósitos de outros assessores.

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