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16 de outubro de 2018, 12h57

Filho de Beatriz Segall vê como “ato de covardia” uso da foto da mãe em fake news contra Haddad

Apoiadores do candidato do PSL usaram foto antiga da atriz machucada com a legenda: “esta senhora foi agredida por petistas na rua quando gritou Bolsonaro”

Foto: Reprodução
A família de Beatriz Segall, morta em setembro deste ano, emitiu nota repudiando o uso de uma foto da atriz com o rosto machucado acompanhado da legenda: “esta senhora foi agredida por petistas na rua quando gritou Bolsonaro”. O comunicado afirma que “a imagem se refere a um acidente de que [Beatriz] foi vítima há alguns anos [quando tropeçou em uma calçada no Rio], nada tendo a ver com qualquer ato de agressão”. Sergio Segall, filho da atriz, vê como “um ato de covardia” o uso da imagem de sua mãe. A imagem de Segall foi feita em 2013, após...

A família de Beatriz Segall, morta em setembro deste ano, emitiu nota repudiando o uso de uma foto da atriz com o rosto machucado acompanhado da legenda: “esta senhora foi agredida por petistas na rua quando gritou Bolsonaro”.

O comunicado afirma que “a imagem se refere a um acidente de que [Beatriz] foi vítima há alguns anos [quando tropeçou em uma calçada no Rio], nada tendo a ver com qualquer ato de agressão”.

Sergio Segall, filho da atriz, vê como “um ato de covardia” o uso da imagem de sua mãe.

A imagem de Segall foi feita em 2013, após a atriz levar um tombo em uma rua do Rio de Janeiro.

Fake News

Muitos conteúdos emitidos pela campanha de Jair Bolsonaro (PSL) denunciados já foram eliminados pela Justiça Eleitoral, porém, frequentemente, a ação chega tarde demais e o estrago da mentira já está feito. Isso porque muitas pessoas repassam conteúdos em aplicativos de mensagens como o WhatsApp sem verificar a origem e a veracidade dos fatos.

Veja também:  Em guerra aberta, Kim Kataguiri, do MBL, diz que "Bolsonaro está indo para o abismo"

“Kit Gay”

O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Carlos Horbach, deferiu, no final da noite desta segunda-feira (15), liminar proposta pela defesa da coligação “O Povo Feliz de Novo”, do candidato Fernando Haddad, proibindo a chapa de Jair Bolsonaro de divulgar nas redes sociais publicações sobre o que ficou conhecido como kit gay.

Com informações da coluna de Mônica Bergamo

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