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11 de fevereiro de 2019, 21h54

Filme mostra realidade do encontro histórico dos sem-terrinha em Brasília

Documentário da Brigada de Audiovisual Eduardo Coutinho, do MST, é lançado um dia após os ataques da Record

Foto: Elitiel Guedes/MST
Por Cláudia Motta, na RBA Num palco, crianças tímidas leem seus textos. Sorriso no rosto e brilho no olhar expressam o orgulho de viver um momento tão especial. As imagens do documentário Brincar, Sorrir, Lutar!poderiam ser confundidas com a festa de final de ano em alguma grande escola. Mas as palavras que brotam dos discursos e entrevistas dizem mais sobre a realidade dos 1.200 sem-terrinha que se reuniram, no final de julho de 2018, em Brasília, para falar do seu ponto de vista da luta que ajudam a travar. Lançado nesta segunda-feira 11, o filme tem pouco mais de 15 minutos....

Por Cláudia Motta, na RBA

Num palco, crianças tímidas leem seus textos. Sorriso no rosto e brilho no olhar expressam o orgulho de viver um momento tão especial.

As imagens do documentário Brincar, Sorrir, Lutar!poderiam ser confundidas com a festa de final de ano em alguma grande escola. Mas as palavras que brotam dos discursos e entrevistas dizem mais sobre a realidade dos 1.200 sem-terrinha que se reuniram, no final de julho de 2018, em Brasília, para falar do seu ponto de vista da luta que ajudam a travar.

Lançado nesta segunda-feira 11, o filme tem pouco mais de 15 minutos. Menos que o tempo gasto pela Record numa reportagem que chocou pela agressividade contra o 1º Encontro Nacional das Crianças Sem Terrinha.

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Produzido pela Brigada de Audiovisual Eduardo Coutinho, do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), o documentário retrata os tem-terrinha como eles são. Dançar, correr, gritar, pular, brincar, cantar sem esquecer que dessa rotina faz parte a busca da terra para cultivar, com alimento saudável, sem veneno, saúde. Também entre os pedidos das crianças, elencados em manifesto ao final do encontro, mais escolas no campo, ônibus escolar, participação nas decisões dos sem-terra adultos. Os sem-terrinha querem cultivar sabedoria.

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