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08 de Maio de 2018, 09h05

Funcionários do Instituto Lula têm saudades do chefe, mas mantém o lugar de pé

"Isso aqui com ele é uma coisa e outra sem. O Lula irradiava tudo isso aqui”, diz Claudinha, a secretária

Conforme informações da reportagem da revista Carta Capital, as primeiras semanas de trabalho no Instituto Lula (IL) após a prisão do ex-presidente foram especialmente duras para os funcionários do local. O chefe sempre ativo, cheio de demandas e com uma agenda agitada, deixou em São Paulo órfãos de um superior afetuoso.

O trabalho por lá continua intenso. Mas sem o ex-presidente, tudo muda. “Isso aqui com ele é uma coisa e outra sem. O Lula irradiava tudo isso aqui. Temos o aspecto formal da relação, que consideramos, mas a verdade é que somos como uma família, porque é muito afeto, é muito amor”, conta a secretária pessoal de Lula, Cláudia Troiano, mais conhecida como Claudinha.

Em boa medida o vazio deixado pelo chefe tem sido preenchido pelas milhares de cartas que os funcionários já receberam, e tantas mais que chegam todos os dias. É como gerenciar um fã clube, e são eles os responsáveis por separar uma a uma, ler e enviar parte para a sede da Superintendência da Polícia Federal no Paraná, onde o ex-presidente está preso.

A reportagem da Carta Capital conversou com as cozinheiras do Instituto, a secretária pessoal de Lula, assessores, técnicos e trabalhadores do entorno do ex-presidente sobre as memórias compartilhadas com o chefe e o sentimento após sua prisão.

Leia a reportagem completa aqui.