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10 de dezembro de 2018, 21h41

Futuro chanceler anuncia que governo Bolsonaro deixará Pacto Global para Migração

O acordo aponta que imigrantes irregulares não podem ser deportados imediatamente de um país e assegura, ainda, o direito à justiça, saúde e educação a essas pessoas

Foto: Reprodução/YouTube Ernesto Araújo, futuro ministro das Relações Exteriores, fez como Jair Bolsonaro e usou o Twitter para fazer um anúncio: o Brasil deixará o Pacto Global para Migração a partir de 2019. Vários países estão reunidos, nesta segunda (10) e terça-feira (11), em Marrakech, no Marrocos, para ratificar o documento, de acordo com informações de Beatriz Montesanti, do UOL. O chanceler de Bolsonaro afirma que a “imigração é bem-vinda, mas não deve ser indiscriminada. Tem de haver critérios para garantir a segurança tanto dos migrantes quanto dos cidadãos no país de destino”. Fórum precisa ter um jornalista em Brasília...

Foto: Reprodução/YouTube

Ernesto Araújo, futuro ministro das Relações Exteriores, fez como Jair Bolsonaro e usou o Twitter para fazer um anúncio: o Brasil deixará o Pacto Global para Migração a partir de 2019. Vários países estão reunidos, nesta segunda (10) e terça-feira (11), em Marrakech, no Marrocos, para ratificar o documento, de acordo com informações de Beatriz Montesanti, do UOL.

O chanceler de Bolsonaro afirma que a “imigração é bem-vinda, mas não deve ser indiscriminada. Tem de haver critérios para garantir a segurança tanto dos migrantes quanto dos cidadãos no país de destino”.

Fórum precisa ter um jornalista em Brasília em 2019. Será que você pode nos ajudar nisso? Clique aqui e saiba mais

Em sua opinião, “o pacto é um instrumento inadequado para lidar com o problema, que não deve ser tratado como uma questão global, mas sim, de acordo com a realidade e soberania de cada país”.

O encontro em Marrakech, promovido pela Organização das Nações Unidas (ONU), tem como objetivo ratificar o Pacto Global para uma Migração Segura, Ordenada e Regular, aprovado em julho pelos 192 pelos Estados-membros da Assembleia Geral, exceto os Estados Unidos.

Entre vários pontos, o pacto aponta que imigrantes irregulares não podem ser deportados imediatamente de um país. Assegura, ainda, o direito à justiça, saúde e educação a essas pessoas.

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