28 de dezembro de 2018, 10h03

Futuro chanceler diz que “Deus está de volta ao Brasil” com Bolsonaro e Olavo de Carvalho

Em novo artigo, Ernesto Araújo afirma que Deus uniu Jair Bolsonaro e Olavo de Carvalho para colocar fim ao regime “corrupto e ateu” que existe no país

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil Em artigo para a edição do mês de janeiro da revista norte-americana “The New Criterion”, o futuro ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, declara crer que “Deus está dde volta ao Brasil e uniu as ideias de Olavo de Carvalho à determinação e ao patriotismo de Jair Bolsonaro para colocar fim ao regime “corrupto e ateu” que, segundo ele, emergiu no Brasil com a Nova República e teve seu auge nos governos do PT, de acordo com informações de O Globo. O futuro chanceler, que foi indicado por Olavo de Carvalho para o cargo, cita Deus...

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Em artigo para a edição do mês de janeiro da revista norte-americana “The New Criterion”, o futuro ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, declara crer que “Deus está dde volta ao Brasil e uniu as ideias de Olavo de Carvalho à determinação e ao patriotismo de Jair Bolsonaro para colocar fim ao regime “corrupto e ateu” que, segundo ele, emergiu no Brasil com a Nova República e teve seu auge nos governos do PT, de acordo com informações de O Globo.

O futuro chanceler, que foi indicado por Olavo de Carvalho para o cargo, cita Deus 12 vezes e acrescenta que, com o governo que toma posse em 1º de janeiro, “Deus está de volta, e a nação está de volta: uma nação com Deus”.

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“Meus detratores me chamaram de louco por acreditar em Deus e nos atos de Deus na História — mas eu não ligo”, destaca.

Araújo chama Fernando Haddad de “candidato marxista” e critica o ex-presidente Lula e Barack Obama. Para ele, o Brasil “está passando por um renascimento político e espiritual”, sendo o “aspecto espiritual o fator determinante” e o político, “apenas uma consequência”.

Três partidos

“Por 30 anos, o Brasil ficou submetido a um sistema político composto por três partidos”, que teriam atuado de forma orquestrada, diz ele se referindo a PMDB (“Uma frente ampla para a velha oligarquia”), PSDB (“Um desdobramento do PMDB com raízes à esquerda, mas mais bem preparado”) e PT (“Um partido governado por intelectuais marxistas, ex-guerrilheiros de esquerda e membros da burocracia sindical”).

Em relação à política externa, Araújo declara que “o sistema tocou a melodia globalista sem uma falha. O sistema brasileiro auxiliou na transferência de poder dos Estados Unidos para a China; favoreceu o Irã; trabalhou incansavelmente para criar uma nova cortina de ferro socialista sobre a América Latina”.

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