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22 de abril de 2019, 08h53

Garis do Rio entram em greve; Justiça acata ação de Crivella, proíbe piquetes e manda que 60% trabalhem

Prefeito do Rio, Marcelo Crivella propôs aumento de 3,73%. Após dois meses de negociação, garis resolveram entrar em greve nesta segunda-feira (22)

Marcelo Crivella e Garis do Rio de Janeiro (Montagem)
Os garis da cidade do Rio de Janeiro iniciaram à zero hora desta segunda-feira (22) após rejeitar o aumento salarial de 3,73% oferecido pela Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb). A categoria reivindica um aumento de 10% nos salários e decidiu pela paralisação em assembleia realizada na quinta-feira (18), após dois meses de negociação com o prefeito, Marcelo Crivella (PRB). Neste domingo, Crivella conseguiu na Justiça uma liminar que obriga 60% dos garis a trabalharem e proíbe piquetes durante a paralisação. A desobediência à decisão da Justiça será passível de multa de R$ 60 mil reais por dia. Segundo o...

Os garis da cidade do Rio de Janeiro iniciaram à zero hora desta segunda-feira (22) após rejeitar o aumento salarial de 3,73% oferecido pela Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb).

A categoria reivindica um aumento de 10% nos salários e decidiu pela paralisação em assembleia realizada na quinta-feira (18), após dois meses de negociação com o prefeito, Marcelo Crivella (PRB).

Neste domingo, Crivella conseguiu na Justiça uma liminar que obriga 60% dos garis a trabalharem e proíbe piquetes durante a paralisação. A desobediência à decisão da Justiça será passível de multa de R$ 60 mil reais por dia.

Segundo o Sindicato dos Empregados de Empresas de Asseio e Conservação do Município do Rio de Janeiro (SEEACMRJ), “o entendimento do desembargador de plantão foi de que a situação de calamidade causada pelas fortes chuvas na cidade não pode prescindir do nosso trabalho nas ruas”.

O Sindicato estará em nova negociação com a Comlurb às 10h desta segunda-feira, quando espera avanços na proposta da empresa para os trabalhadores.

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