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18 de janeiro de 2019, 13h06

General Heleno diz que caso Queiroz é assunto de Flávio Bolsonaro e não do governo

O ministro-chefe do GSI de Bolsonaro reproduziu considerações do presidente

Foto: Reprodução
De acordo com o ministro-chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), general Augusto Heleno, o caso Queiroz/Flávio Bolsonaro não afeta o governo. Em entrevista à Folha, o general disse ainda que Bolsonaro não vê o caso como um assunto de governo, mas sim do seu filho. “Ele [Bolsonaro] não vê isso como um assunto de governo, é um assunto do Flavio”, afirmou o ministro sobre as investigações que apuram uma movimentação atípica na conta do motorista Fabrício Queiroz, que é ex-assessor de um dos filhos do presidente Jair Bolsonaro. Fórum precisa ter um jornalista em Brasília em 2019. Será que...

De acordo com o ministro-chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), general Augusto Heleno, o caso Queiroz/Flávio Bolsonaro não afeta o governo. Em entrevista à Folha, o general disse ainda que Bolsonaro não vê o caso como um assunto de governo, mas sim do seu filho.

“Ele [Bolsonaro] não vê isso como um assunto de governo, é um assunto do Flavio”, afirmou o ministro sobre as investigações que apuram uma movimentação atípica na conta do motorista Fabrício Queiroz, que é ex-assessor de um dos filhos do presidente Jair Bolsonaro.

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Por outro lado, o ministro Onyx Lorenzoni (Casa Civil), ao ser indagado sobre o caso, falou novamente em “terceiro turno”.

Onyx tem repetido que vê no caso uma tentativa de minar o governo de Bolsonaro por meio do que ele classifica como uma nova etapa das eleições.

Relembre o caso

Veja também:  Bolsonaro faz ironia sobre investigações de candidaturas laranjas do PSL

Exonerado do gabinete do deputado estadual e senador Flávio Bolsonaro (PSL/RJ) no dia 15 de outubro, o policial militar Fabrício José Carlos de Queiroz entrou na mira do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) após ser detectada uma movimentação atípica no valor de R$ 1,2 milhão em sua conta entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017.

Registrado como assessor parlamentar, Queiroz é policial militar e, além de motorista, atuava como segurança do deputado, filho mais velho do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL).

Entre os fatos que chamam a atenção, está um cheque de R$ 24 mil depositado por Queiroz na conta da primeira-dama Michele Bolsonaro.

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