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03 de dezembro de 2018, 11h51

General tucano, que foi derrotado pelo PT no Ceará, diz que fará parte do governo Bolsonaro

General Guilherme Theophilo, que deve ocupar cargo na equipe de Sérgio Moro, afirmou durante a campanha ao governo estadual que "não houve ditadura no Brasil".

Reprodução/Facebook
Derrotado no primeiro turno da disputa ao governo do Ceará com apenas 11% dos votos – contra 79,96% do petista Camilo Santana -, o general de quatro estrelas Guilherme Theophilo (PSDB) afirmou ao jornalista Eliomar de Lima, do jornal O Povo, que fará parte da equipe do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL). Segundo o colunista, Theophilo, que viajou para Brasília nesta segunda-feira (3), não adiantou a função, mas deve ocupar cargo na equipe do ex-juiz Sérgio Moro, que vai comandar o superministério da Justiça. Fórum precisa ter um jornalista em Brasília em 2019. Será que você pode nos ajudar nisso? Clique...

Derrotado no primeiro turno da disputa ao governo do Ceará com apenas 11% dos votos – contra 79,96% do petista Camilo Santana -, o general de quatro estrelas Guilherme Theophilo (PSDB) afirmou ao jornalista Eliomar de Lima, do jornal O Povo, que fará parte da equipe do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL).

Segundo o colunista, Theophilo, que viajou para Brasília nesta segunda-feira (3), não adiantou a função, mas deve ocupar cargo na equipe do ex-juiz Sérgio Moro, que vai comandar o superministério da Justiça.

Fórum precisa ter um jornalista em Brasília em 2019. Será que você pode nos ajudar nisso? Clique aqui e saiba mais

Na reserva desde março de 2018, o general tucano teria descartado trocar o PSDB pelo PSL, de Bolsonaro. “Essa minha campanha aqui me deu muita experiência política. Não, não, me filio a partido. Só mesmo trabalho na segurança”, adiantou o General Theophilo, que deve ser o único nordestino na equipe de Moro.

Durante a campanha, em entrevista ao jornal O Povo, Theophilo disse que “não houve ditadura no Brasil” e que o País viveu um “contra-golpe democrático”. “Tivemos erros? Tivemos. Os militares subiram à cabeça, alguns deles exacerbados, os atos institucionais… mas o Brasil precisava ainda de um regime de exceção, não é ditadura, não houve ditadura no Brasil. O regime de exceção é um regime forte”, afirmou.

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