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05 de setembro de 2017, 10h00

Gilmar chama Janot de “delinquente” e diz que ele fez “chantagem” com o STF

Rodrigo Janot abriu investigação interna nesta segunda-feira para rever a delação premiada de três dos sete executivos da JBS: Joesley Batista, Ricardo Saud e Francisco de Assis e Silva.

Rodrigo Janot abriu investigação interna nesta segunda-feira para rever a delação premiada de três dos sete executivos da JBS: Joesley Batista, Ricardo Saud e Francisco de Assis e Silva. Da Redação* Ao “Poder 360”, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, voltou a chamar o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, nesta terça-feira (5), de “delinquente”. O magistrado afirmou ainda que Janot, “fez uma chantagem” com a Corte. “O procurador-geral da República, mais uma vez, deu curso à sua estratégia de delinquente e fez uma chantagem com o Supremo Tribunal Federal”, disse Gilmar, que está em Paris e tem...

Rodrigo Janot abriu investigação interna nesta segunda-feira para rever a delação premiada de três dos sete executivos da JBS: Joesley Batista, Ricardo Saud e Francisco de Assis e Silva.

Da Redação*

Ao “Poder 360”, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, voltou a chamar o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, nesta terça-feira (5), de “delinquente”. O magistrado afirmou ainda que Janot, “fez uma chantagem” com a Corte.

“O procurador-geral da República, mais uma vez, deu curso à sua estratégia de delinquente e fez uma chantagem com o Supremo Tribunal Federal”, disse Gilmar, que está em Paris e tem retorno ao Brasil previsto para quinta-feira, no feriado de 7 de setembro.

Rodrigo Janot abriu investigação interna nesta segunda-feira para rever a delação premiada de três dos sete executivos da JBS: Joesley Batista, Ricardo Saud e Francisco de Assis e Silva.

Em conversa gravada aparentemente sem querer, os dois primeiros teriam dito que tinham sido ajudados pelo ex-procurador da República Marcello Miller na elaboração da proposta de colaboração assinada com a Procuradoria-Geral da República (PGR).

Veja também:  Gilmar Mendes diz que Moro era chefe da Lava-Jato: “Dallagnol, está provado, é um bobinho”

Há indícios de que a conversa foi gravada em 17 de março, quando Miller ainda era procurador da República. Em 5 de abril, ele se afastou da instituição e logo depois passou a atuar como advogado dos delatores.

*Com informações do Poder 360

 

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