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11 de novembro de 2018, 12h47

Gleisi Hoffmann e Paulo Pimenta reagem às declarações de Villas Bôas

O general disse que as Forças Armadas estiveram no limite na véspera da votação no Supremo da questão do Lula

A senadora Gleisi Hoffmann. Foto: Wilson Dias/ABr
A senadora Gleisi Hoffmann e o deputado federal Paulo Pimenta reagiram pelas redes sociais às declarações do general Eduardo Villas Bôas. Em entrevista à Folha, neste domingo (11), o general disse que as Forças Armadas estiveram no limite na véspera da votação no Supremo da questão do Lula. Gleisi Hoffmann (PT) perguntou o que fugiria do controle caso Lula fosse solto e que limite tinha. A fala do gal Villas-Boas evidência a trama politica contra Lula! Deixa claro q houve ingerência em decisão do STF! O q fugiria do controle? Teve de agir pq? Q limite tinha? Era uma decisão judicial, a CF...

A senadora Gleisi Hoffmann e o deputado federal Paulo Pimenta reagiram pelas redes sociais às declarações do general Eduardo Villas Bôas. Em entrevista à Folha, neste domingo (11), o general disse que as Forças Armadas estiveram no limite na véspera da votação no Supremo da questão do Lula.

Gleisi Hoffmann (PT) perguntou o que fugiria do controle caso Lula fosse solto e que limite tinha.

“A fala do gal Villas-Boas evidência a trama política contra Lula! Deixa claro que houve ingerência em decisão do STF! O que fugiria do controle? Teve de agir porque? Que limite tinha? Era uma decisão judicial, a CF devia ser observada! Bagunçaram o país pra impedir Lula de ser candidato”

Já o deputado Paulo Pimenta (PT) lembrou que “não é papel das forças armadas tutelar os poderes, em particular o STF, afrontado claramente neste episódio”, disse.

O general Eduardo Villas Bôas disse na entrevista que, apesar de negar a intenção das Forças Armadas em interferir na vida política nacional, confessa que o único episódio em que estiveram no limite “foi aquele tuíte da véspera da votação no Supremo da questão do Lula”, disse.

“Ali, nós conscientemente trabalhamos sabendo que estávamos no limite. Mas sentimos que a coisa poderia fugir ao nosso controle se eu não me expressasse. Porque outras pessoas, militares da reserva e civis identificados conosco, estavam se pronunciando de maneira mais enfática. Me lembro, a gente soltou [o post no Twitter] 20h20, no fim do Jornal Nacional, o William Bonner leu a nossa nota’, contou.

 

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