12 de dezembro de 2017, 17h58

Governo de ACM Neto privilegia filho de aliado em contrato de 20 milhões

A prefeitura de Salvador fechou um novo contrato de infraestrutura com a empresa de Marcelo Adorno Farias, ninguém menos que o sócio de Rodrigo Loureiro Souto, filho do ex-governador da Bahia e atual secretário da Fazenda da gestão ACM Neto, Paulo Souto (DEM) Por Redação* O prefeito de Salvador (BA), ACM Neto (DEM), fechou, de acordo com a edição desta terça-feira (11) do Diário Oficial do Município, um contrato milionário para obras de infraestrutura. Ajude a Fórum a fazer a cobertura do julgamento do Lula. Clique aqui e saiba mais. A notícia, no entanto, está nos detalhes. O contrato de...

A prefeitura de Salvador fechou um novo contrato de infraestrutura com a empresa de Marcelo Adorno Farias, ninguém menos que o sócio de Rodrigo Loureiro Souto, filho do ex-governador da Bahia e atual secretário da Fazenda da gestão ACM Neto, Paulo Souto (DEM)

Por Redação*

O prefeito de Salvador (BA), ACM Neto (DEM), fechou, de acordo com a edição desta terça-feira (11) do Diário Oficial do Município, um contrato milionário para obras de infraestrutura.

Ajude a Fórum a fazer a cobertura do julgamento do Lula. Clique aqui e saiba mais.

A notícia, no entanto, está nos detalhes. O contrato de R$ 20,92 milhões foi fechado com o consórcio MAF/Liga, cujo dono é Marcelo Adorno Farias. Marcelo Adorno, por sua vez, é sócio das empresa Naturalle e Ecolurb com ninguém menos que Rodrigo Loureiro Souto, filho do ex-governador da Bahia e atual secretário da Fazenda da gestão ACM Neto, Paulo Souto (DEM). Souto é um dos principais aliados de ACM.

O contrato foi assinado com a Superintendência de Conservação e Obras Públicas (Sucop), da prefeitura de Salvador.

A Naturalle, empresa do filho do aliado de ACM Neto, inclusive, já protagonizou um esquema parecido. No início do ano, o prefeito de Camaçari, Antonio Elinaldo, também do DEM, assinou um contrato emergencial com dispensa de licitação para os serviços de coleta de lixo da cidade com a empresa, que tem como sócia a RVT Incorporação – pertencente a Rodrigo e Vítor Loureiro Souto, seu irmão. O contrato custou R$ 17,4 milhões ao município.

*Com Bahia.ba