22 de fevereiro de 2019, 19h03

Guedes pede redução de perguntas do Censo: “Se perguntar demais vai descobrir coisas que não quer saber”

Ministro da Economia sugeriu, durante a cerimônia de posse da nova presidente do IBGE, que o instituto reduza o questionário do Censo, principal pesquisa demográfica do país, a 10 perguntas; no mesmo evento, Guedes defendeu as privatizações e usou a contratação de prostitutas como exemplo. Entenda

Foto: Agência Brasil
O ministro da Economia, Paulo Guedes, quer que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), reduza o número de perguntas do questionário do Censo, principal pesquisa demográfica do país que serve de base para políticas econômicas, sociais e de saúde. “Se perguntar demais você vai acabar descobrindo coisas que nem queria saber. Sejamos espartanos, façamos as coisas mais compactas e vamos tentar de toda forma ajudar”, afirmou Guedes, dando como exemplo o Censo de “países ricos” que teriam apenas 10 perguntas. A declaração foi dada na cerimônia de posse, no Rio de Janeiro, da nova presidente do IBGE, Susana...

O ministro da Economia, Paulo Guedes, quer que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), reduza o número de perguntas do questionário do Censo, principal pesquisa demográfica do país que serve de base para políticas econômicas, sociais e de saúde.

“Se perguntar demais você vai acabar descobrindo coisas que nem queria saber. Sejamos espartanos, façamos as coisas mais compactas e vamos tentar de toda forma ajudar”, afirmou Guedes, dando como exemplo o Censo de “países ricos” que teriam apenas 10 perguntas.

A declaração foi dada na cerimônia de posse, no Rio de Janeiro, da nova presidente do IBGE, Susana Cordeiro, na tarde desta sexta-feira (22).

Privatização facilitou a contratação de prostitutas 

Durante o mesmo evento, o ministro da Economia voltou a defender as privatizações e, para exemplificar a suposta melhora de serviços privatizados, citou a contratação de prostitutas.

“Lembrem-se que telefone era meio de luxo. Privatizamos, e entregador de pizza, todo mundo hoje tem telefone. Prostituta… Todo mundo marca seus programas pelos meios digitais. É progresso para todo mundo”, disparou.