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14 de maio de 2019, 10h27

Haddad convoca para manifestações: “amanhã é dia de começar a salvar o país destes lunáticos”

Na postagem, o ex-prefeito de São Paulo compartilha matéria sobre os cortes sucessivos de verbas do governo que provocam autoexílio de cientistas para o exterior

Reprodução/Facebook
O ex-ministro da Educação mais bem avaliado da história do Brasil, Fernando Haddad, usou a sua conta do Twitter, na manhã desta terça-feira (14) para convocar a todos par as manifestações da próxima quarta-feira: “Amanhã é dia de começar a salvar o país destes lunáticos”, escreveu. Amanhã é dia de começar a salvar o país destes lunáticos: “Cortes sucessivos de verbas provocam autoexílio de cientistas no exterior” @estadao: https://t.co/wvOaGtwmyB — Fernando Haddad (@Haddad_Fernando) 14 de maio de 2019 “Amanhã é dia de começar a salvar o país destes lunáticos: ‘Cortes sucessivos de verbas provocam autoexílio de cientistas no exterior’” Cortes...

O ex-ministro da Educação mais bem avaliado da história do Brasil, Fernando Haddad, usou a sua conta do Twitter, na manhã desta terça-feira (14) para convocar a todos par as manifestações da próxima quarta-feira: “Amanhã é dia de começar a salvar o país destes lunáticos”, escreveu.

“Amanhã é dia de começar a salvar o país destes lunáticos: ‘Cortes sucessivos de verbas provocam autoexílio de cientistas no exterior’”

Cortes sucessivos de verbas

Em sua postagem, Haddad anexou matéria do Estadão sobre os cortes sucessivos de verbas que provocam autoexílio de cientistas para o exterior. Reportagem de Isabela Palhares, na edição desta terça-feira, revela que o cenário anunciado por Jair Bolsonaro (PSL), com cortes para a área e declarações do ministro da Educação, Abraham Weintraub, de que o investimento em pesquisa e pós-graduação não será prioridade do atual governo, está provocando a migração de cientistas e pesquisadores brasileiros em busca de recursos para dar continuidade aos estudos.

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Segundo a jornalista, com medo de não conseguirem terminar o mestrado ou doutorado com o auxílio financeiro, eles buscam bolsas em instituições de outros países.

“Os cientistas não saem mais do País por opção, mas por ser a única chance de continuar fazendo o seu trabalho. O Brasil não encara educação e ciência como prioridades. Isso não começou agora com o (governo Jair) Bolsonaro, já se tornou uma rotina. O que agrava a situação nesse momento é a postura e as declarações de desprezo do novo governo com a ciência”, diz Helena Nader, membro da Academia Brasileira de Ciências e do Conselho Superior da Capes.

 

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