17 de outubro de 2018, 20h28

Haddad diz que FHC está em uma “saia justa” para poder apoiá-lo

Para o candidato à presidência pelo PT, FHC não formalizou apoio ainda a sua candidatura pelo fato de o PSDB contar com candidatos a governos estaduais no segundo turno que não o apoiam. "Estamos tentando reunir todos aqueles que lutaram pela democracia, contra a ditadura", disse o petista

Reprodução/SBT
O candidato à presidência pelo PT, Fernando Haddad, disse em entrevista concedida ao SBT, na noite desta quarta-feira (17), que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) está em uma “saia justa” para poder apoiá-lo. “FHC está em uma saia justa porque alguns candidatos do PSDB ao governo do estado não me apoiam. Mas mantenho uma relação antiga e respeitosa com ele. Todos aqueles que lutaram pela democracia, contra a ditadura, contra a tortura, estamos tentando reunir. Ministros do FHC estão me apoiando. José Carlos Dias, ex-ministro da Justiça, assinou o manifesto de apoio a minha candidatura contra a ameaça que...

O candidato à presidência pelo PT, Fernando Haddad, disse em entrevista concedida ao SBT, na noite desta quarta-feira (17), que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) está em uma “saia justa” para poder apoiá-lo.

“FHC está em uma saia justa porque alguns candidatos do PSDB ao governo do estado não me apoiam. Mas mantenho uma relação antiga e respeitosa com ele. Todos aqueles que lutaram pela democracia, contra a ditadura, contra a tortura, estamos tentando reunir. Ministros do FHC estão me apoiando. José Carlos Dias, ex-ministro da Justiça, assinou o manifesto de apoio a minha candidatura contra a ameaça que representa meu adversário”, disse o petista, que já sinalizou que um apoio do ex-presidente tucano seria bem vindo. Alguns setores do PSDB já estão com Haddad.

Na entrevista, o presidenciável falou ainda sobre sua proposta para a área de segurança pública: ele pretende atribuir a responsabilidade de boa parte do combate ao crime organizado à Polícia Federal, que atuará em conjunto com as polícias militares estaduais.

Confira, abaixo, a íntegra da entrevista.