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17 de setembro de 2018, 17h14

Haddad diz que Lula estará “permanentemente” em seu eventual governo

"O plano de governo que estamos defendendo é o 'plano Lula'", disse o candidato do PT após visitar o ex-presidente na Polícia Federal em Curitiba

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
O candidato à presidência pelo PT, Fernando Haddad, afirmou em entrevista coletiva concedida em Curitiba (PR), na tarde desta segunda-feira (17), que Lula estará “permanentemente” em seu governo caso seja eleito. O ex-prefeito de São Paulo foi oficializado como o candidato do partido após a justiça eleitoral ter impugnado a candidatura do ex-presidente. “Lula é um interlocutor permanente de todos os dirigentes do partido e não vai deixar de ser. Enquanto os outros partidos escondem seus dirigentes, nós temos muito orgulho de ter o Lula”, afirmou após ter se encontrado com o ex-presidente na superintendência da Polícia Federal. “O plano...

O candidato à presidência pelo PT, Fernando Haddad, afirmou em entrevista coletiva concedida em Curitiba (PR), na tarde desta segunda-feira (17), que Lula estará “permanentemente” em seu governo caso seja eleito. O ex-prefeito de São Paulo foi oficializado como o candidato do partido após a justiça eleitoral ter impugnado a candidatura do ex-presidente.

“Lula é um interlocutor permanente de todos os dirigentes do partido e não vai deixar de ser. Enquanto os outros partidos escondem seus dirigentes, nós temos muito orgulho de ter o Lula”, afirmou após ter se encontrado com o ex-presidente na superintendência da Polícia Federal.

“O plano de governo que estamos defendendo é o ‘plano Lula’ de governo”, completou Haddad.

Emprego e Educação

Na entrevista coletiva, Haddad detalhou ainda que os dois principais temas de seu plano de governo são trabalho e educação.

“Nós teremos uma grande reforma econômica. No caso de geração de emprego, teremos a reforma tributária, que visa aumentar a renda disponível de famílias de classe média e baixa, a reforma bancária, que visa reduzir drasticamente o juro pro tomador final, e a reforma fiscal, que abre espaço no orçamento público para a retomada das obras, em programas com alto impacto na geração de emprego”, disse.

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“Na educação teremos a formação inicial e continuada dos professores e o apoio federal ao ensino médio público estadual. Cada escola federal vai ter que adotar escolas estaduais com baixo desempenho para promover essa etapa que ainda exige cuidados”, completou.

Assista a íntegra da entrevista.

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