05 de setembro de 2018, 08h02

Haddad e Marinho visitam metalúrgicos da Ford em São Bernardo. Vídeo

“Precisamos retomar a roda da economia, mas pra frente, não pra trás, com política industrial, empregos de qualidade e sindicatos fortes”, disse

Haddad e Marinho em São Bernardo. Foto: Reprodução
O candidato a vice-presidente e ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), visitou metalúrgicos da Ford, em São Bernardo do Campo, na manhã desta quarta-feira (5), ao lado do candidato a governador por São Paulo, Luiz Marinho (PT) e de Manuela D’Ávila (PCdoB). Na ocasião, Haddad ressaltou que “precisamos retomar a roda da economia, mas pra frente, não pra trás. Política industrial, empregos de qualidade, sindicatos fortes, esse é que é o caminho do desenvolvimento”, disse. Marinho disse que “São Paulo tem que voltar a ser o estado que ajuda o Brasil, não que puxa o barco para trás. O...

O candidato a vice-presidente e ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), visitou metalúrgicos da Ford, em São Bernardo do Campo, na manhã desta quarta-feira (5), ao lado do candidato a governador por São Paulo, Luiz Marinho (PT) e de Manuela D’Ávila (PCdoB).

Na ocasião, Haddad ressaltou que “precisamos retomar a roda da economia, mas pra frente, não pra trás. Política industrial, empregos de qualidade, sindicatos fortes, esse é que é o caminho do desenvolvimento”, disse.

Marinho disse que “São Paulo tem que voltar a ser o estado que ajuda o Brasil, não que puxa o barco para trás. O estado vem perdendo participação no PIB brasileiro, vem perdendo investimento industrial, tem uma política industrial fraca. Nós precisamos retomar o processo de crescimento da nossa economia”, alertou.

Manuela D’Ávila falou sobre a “qualificação profissional”, o que, segundo ela “nós fazíamos nos nossos governos, que são os institutos federais de ensino superior, as universidades. Porque a indústria precisa de mão de obra qualificada, precisa de pesquisa, de tecnologia, então, quando a gente defende a indústria, a gente defende emprego de qualidade, com direitos trabalhistas, contra essa terceirização absoluta que foi feita agora, que vai prejudicar muitos trabalhadores, principalmente as trabalhadoras. Uma mulher, antes da CLT, não conseguia emprego com filho de menos de três anos. Imagina agora com as terceirizações”, lembrou.