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10 de outubro de 2018, 16h28

Haddad recebe carta de apoio de integrantes do PSDB

Em entrevista, candidato do PT afirmou que vem conversando "com todas as forças democráticas que querem conter a barbárie", fazendo referência à escalada de violência promovida por apoiadores de Jair Bolsonaro (PSL)

Foto: Reprodução
O candidato do PT à presidência, Fernando Haddad (PT), afirmou em entrevista coletiva concedida na tarde desta quarta-feira (10) em São Paulo que recebeu uma carta de apoio de alguns integrantes do PSDB. O nome dos políticos tucanos que teriam procurado o petista não foi revelado. “Hoje mesmo tive a felicidade de receber em minha residência integrantes do PSDB. Já me entregaram uma carta de apoio importante e querendo propor uma mediação pra conter a escalada de violência no país. Parte significativa do PSDB está muito preocupada com que está acontecendo no país. Ficamos de nos comunicar amanhã e vamos...

O candidato do PT à presidência, Fernando Haddad (PT), afirmou em entrevista coletiva concedida na tarde desta quarta-feira (10) em São Paulo que recebeu uma carta de apoio de alguns integrantes do PSDB. O nome dos políticos tucanos que teriam procurado o petista não foi revelado.

“Hoje mesmo tive a felicidade de receber em minha residência integrantes do PSDB. Já me entregaram uma carta de apoio importante e querendo propor uma mediação pra conter a escalada de violência no país. Parte significativa do PSDB está muito preocupada com que está acontecendo no país. Ficamos de nos comunicar amanhã e vamos prosseguir no sentido de estabelecer protocolos de civilidade”, disse Haddad após uma reunião que definiu o apoio de todas as maiores centrais sindicais brasileiras à candidatura petista. PSB e PSOL já formalizaram apoio à candidatura petista.

“Estamos conversando com todas as forças que querem conter a barbárie. É demais o que está acontecendo”, pontuou Haddad, fazendo referência aos episódios de violência promovidos por apoiadores de Bolsonaro. Antes, ele citou o caso da jovem que teve uma suástica talhada em sua barriga com um canivete por eleitores do militar da reserva e o assassinato de um famoso mestre de capoeira de Salvador, que foi alvo de 12 facadas de um bolsonarista após dizer que apoiava Haddad.

“É demais o que está acontecendo, isso precisa parar”, disse.

Na entrevista, o candidato do PT informou ainda que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) segue trabalhando para coibir as fake news e calúnias feitas por eleitores de Bolsonaro que circulam no Whatsapp e nas redes sociais.

Confira a íntegra da coletiva.

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