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23 de março de 2019, 15h23

Haddad sobre a crise no MEC: “O presidente não tem pulso para demitir e o ministro não tem vergonha na cara”

Após polêmicas e confusões, Ricardo Vélez Rodríguez está proibido de nomear assessores dentro do seu próprio ministério

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
O ex-prefeito de São Paulo e candidato a presidente pelo PT, Fernando Haddad, usou sua conta do Twitter para criticar a condução do governo em relação à crise no Ministério da Educação. “A maior crise pela qual passa este governo é no MEC. O presidente não tem pulso para demitir e o ministro não tem vergonha na cara para demitir-se. ‘“Vélez fica no cargo, mas não pode nomear mais ninguém”’, postou Haddad, junto a uma reportagem sobre o fato de que Ricardo Vélez Rodríguez estar proibido de nomear assessores. A maior crise pela qual passa este governo é no MEC. O...

O ex-prefeito de São Paulo e candidato a presidente pelo PT, Fernando Haddad, usou sua conta do Twitter para criticar a condução do governo em relação à crise no Ministério da Educação.

“A maior crise pela qual passa este governo é no MEC. O presidente não tem pulso para demitir e o ministro não tem vergonha na cara para demitir-se. ‘“Vélez fica no cargo, mas não pode nomear mais ninguém”’, postou Haddad, junto a uma reportagem sobre o fato de que Ricardo Vélez Rodríguez estar proibido de nomear assessores.


O ministro, muito desgastado, se equilibra no cargo, embora já exista uma movimentação de bastidores para tirá-lo da pasta. Diante de nova crise, Jair Bolsonaro decidiu assumir a condução do caso, embora isso não represente o desfecho da crise do MEC.

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