19 de outubro de 2018, 10h53

Hashtag #CassaçãoDoBolsonaro está entre os assuntos mais comentados do mundo

Milhares de internautas estão tuitando sobre o assunto desde a publicação de matéria de capa da Folha, nesta quinta-feira

Foto: Reprodução

A hashtag #CassaçãoDoBolsonaro está, nesta sexta-feira (19), entre os assuntos mais comentados em todo o mundo.

Milhares de internautas estão tuitando sobre o assunto desde a publicação de matéria de capa da Folha, nesta quinta-feira (18).

O texto revelou que um grupo de empresários – entre eles Luciano Hang, dono da Havan – está contratando empresas para disparar fake news contra o PT para a campanha de Jair Bolsonaro (PSL).

A prática é ilegal, pois se trata de doação de campanha por empresas, vedada pela legislação eleitoral, e não declarada.

A coligação “O Povo Feliz de Novo”, de Fernando Haddad (PT), entrou, na tarde desta quinta-feira, com uma ação de investigação judicial eleitoral no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra a chapa de Jair Bolsonaro (PSL) e Antônio Hamilton Mourão (PRTB) pelas denúncias de caixa dois que foram publicadas mais cedo no jornal Folha de S.Paulo.

No documento que traz a ação, também é pedida a investigação de Luciano Hang, da rede Havan, da Quick Mobile Desenvolvimento e Serviços Ltda., da Yacows Desenvolvimento de Software Ltda., da Croc Services Soluções de Informática Ltda., da Smsmarket Soluções Inteligentes Ltda. e da WhatsApp Inc.

Na prestação de contas do candidato Jair Bolsonaro (PSL), consta apenas a empresa AM4 Brasil Inteligência Digital, como tendo recebido R$ 115 mil para mídias digitais. Segundo a reportagem, os contratos chegam a R$ 12 milhões e devem fomentar uma grande campanha de ódio contra o PT a partir de domingo (21), na última semana da campanha.