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31 de janeiro de 2017, 12h36

Homossexual inglês se nega a pagar taxa de manutenção de igreja por considerá-la homofóbica

Leo Thomas, homossexual residente na Ilha de Guernsey, no Canal da Mancha, se recusou a pagar pela manutenção de sua igreja paroquial por causa de sua "posição homofóbica sobre o casamento gay". Nas Ilhas Anglo-Normandas, a manutenção das igrejas é obrigatória e é paga através das Taxas Paroquiais.

Leo Thomas, homossexual residente na Ilha de Guernsey (foto), no Canal da Mancha, se recusou a pagar pela manutenção de sua igreja paroquial por causa de sua “posição homofóbica sobre o casamento gay”. Nas Ilhas Anglo-Normandas, a manutenção das igrejas é obrigatória e é paga através das Taxas Paroquiais. Da Redação com Informações da BBC Londres Leo Thomas, homossexual residente na Ilha de Guernsey (foto), no Canal da Mancha, se recusou a pagar pela manutenção de sua igreja paroquial por causa de sua “posição homofóbica sobre o casamento gay”. Nas Ilhas Anglo-Normandas, a manutenção das igrejas é obrigatória e é...

Leo Thomas, homossexual residente na Ilha de Guernsey (foto), no Canal da Mancha, se recusou a pagar pela manutenção de sua igreja paroquial por causa de sua “posição homofóbica sobre o casamento gay”. Nas Ilhas Anglo-Normandas, a manutenção das igrejas é obrigatória e é paga através das Taxas Paroquiais.

Da Redação com Informações da BBC Londres

Leo Thomas, homossexual residente na Ilha de Guernsey (foto), no Canal da Mancha, se recusou a pagar pela manutenção de sua igreja paroquial por causa de sua “posição homofóbica sobre o casamento gay”.

Nas Ilhas Anglo-Normandas, a manutenção das igrejas é obrigatória e é paga através das Taxas Paroquiais.

Mas Thomas acha “extremamente questionável” que ele pague por uma igreja que “discrimina abertamente a comunidade gay”.

O clérigo anglicano de Guernsey disse que responderia a Thomas em particular.

Thomas escreveu uma carta aberta pedindo para ser retirado do pagamento das taxas da Igreja “devido à posição institucional da Igreja da Inglaterra sobre o casamento gay”.

“Por que uma pessoa classificada como um pecador e não digna de se casar em uma igreja como eu deveria ser obrigado a colaborar com os custos da referida igreja? Se a Igreja da Inglaterra fosse uma empresa privada, eu provavelmente teria um forte caso de discriminação no tribunal”, completou.

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Thomas acrescentou ainda que a mesma quantia que pagou para a igreja por essas taxas em 2016 será doada para uma instituição de caridade local de sua preferência.

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