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12 de julho de 2016, 10h47

Importação de armas e calibres mais potentes é a nova política de segurança de SP

Secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo, Mágino Alves Barbosa Filho, negocia com o Exército uma licitação internacional para a compra dos armamentos.

Secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo, Mágino Alves Barbosa Filho, negocia com o Exército uma licitação internacional para a compra dos armamentos Por Redação Na noite de ontem (11), o secretário de Segurança do Estado de São Paulo, Mágino Alves Barbosa Filho, afirmou estar em negociações com o Exército Brasileiro para fazer licitação internacional de compra de armamentos e ter acesso a calibres mais potentes. Para o secretário, a aquisição desses armamentos internacionais e de maior força podem trazer mais segurança para os cidadãos paulistas. As negociações dão continuidade às políticas coordenadas pelo secretário de Segurança anterior e atual ministro da Justiça,...

Secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo, Mágino Alves Barbosa Filho, negocia com o Exército uma licitação internacional para a compra dos armamentos

Por Redação

Na noite de ontem (11), o secretário de Segurança do Estado de São Paulo, Mágino Alves Barbosa Filho, afirmou estar em negociações com o Exército Brasileiro para fazer licitação internacional de compra de armamentos e ter acesso a calibres mais potentes.

Para o secretário, a aquisição desses armamentos internacionais e de maior força podem trazer mais segurança para os cidadãos paulistas. As negociações dão continuidade às políticas coordenadas pelo secretário de Segurança anterior e atual ministro da Justiça, Alexandre de Moraes.

Em entrevista à Agência Brasil, Mágino alegou que a letalidade da polícia no Estado diminuiu nos últimos dois anos e que, na verdade, o que aumentou foi o “número de confrontos”. Questionado sobre a insegurança da população com as mortes ocasionadas por PMs, o secretário defendeu a corporação. “Eu não posso aceitar a afirmação de que a polícia mata”, ressaltou.

Foto: Gabriel de Andrade Fernandes (Flickr)

Veja também:  Alexandre de Moraes defende prisão de quem vazou mensagens de Moro e Dallagnol

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