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09 de janeiro de 2018, 20h23

Indicada para o Ministério do Trabalho, Cristiane Brasil é inscrita no Banco Nacional de Devedores Trabalhistas

A deputada federal, condenada em uma ação trabalhista movida por um ex-funcionário, ainda não pagou a indenização de R$60 mil; sua nomeação ao Ministério do Trabalho, por sua vez, permanece suspensa  Por Redação A deputada federal Cristiane Brasil (PTB-RJ), que seria nomeada como Ministra do Trabalho, acaba de sofrer mais um revés. Nesta terça-feira (8), além de ter a suspensão de sua nomeação como ministra confirmada pela Justiça, a filha de Roberto Jefferson foi inscrita no Banco Nacional de Devedores Trabalhistas (BNDT). A inscrição, publicada há pouco pela Justiça do Trabalho, se deve ao fato de que ela ainda não...

A deputada federal, condenada em uma ação trabalhista movida por um ex-funcionário, ainda não pagou a indenização de R$60 mil; sua nomeação ao Ministério do Trabalho, por sua vez, permanece suspensa 

Por Redação

A deputada federal Cristiane Brasil (PTB-RJ), que seria nomeada como Ministra do Trabalho, acaba de sofrer mais um revés. Nesta terça-feira (8), além de ter a suspensão de sua nomeação como ministra confirmada pela Justiça, a filha de Roberto Jefferson foi inscrita no Banco Nacional de Devedores Trabalhistas (BNDT). A inscrição, publicada há pouco pela Justiça do Trabalho, se deve ao fato de que ela ainda não pagou a indenização de R$60 mil a um ex-funcionário, que moveu uma ação trabalhista contra a parlamentar.

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A decisão da Justiça Federal de suspender sua nomeação como ministra, inclusive, se deve à sua condenação.

Nesta segunda-feira (8), a deputada federal solicitou o parcelamento da dívida e, por isso, seus bens ainda não serão bloqueados pela Justiça.

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Fernando Fernandes, que era motorista de Cristiane Brasil, informou no processo que trabalhava para a deputada e sua família cerca de 15 horas por dia, sem registro em carteira.

Quanto à sua nomeação à ministra do Trabalho, a Advocacia-Geral da União informou que vai entrar com novo recurso, desta vez no Supremo Tribunal Federal.

 

 

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