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02 de maio de 2017, 12h14

Indicados dos “infiéis” são demitidos por Temer

Um integrante do governo afirmou que o total de exonerações passa de 30 e que a maioria já ocorreu. Da Redação* Temer começou a demitir apaniguados de deputados da base aliada que votaram contra a reforma trabalhista na semana passada. “O Diário Oficial da União desta terça-feira (2) traz três exonerações de apadrinhados de PTB, Pros e PSD. Deley (PTB-RJ), Ronaldo Fonseca (Pros-DF) e Expedito Neto (PSD-RO) votaram “não” na noite do dia 26 de abril, quando o plenário da Câmara apreciou o texto-base da reforma trabalhista, que acabou aprovada por 296 votos a favor e 177 contrários. Marcelo Xavier...

Um integrante do governo afirmou que o total de exonerações passa de 30 e que a maioria já ocorreu.

Da Redação*

Temer começou a demitir apaniguados de deputados da base aliada que votaram contra a reforma trabalhista na semana passada.

“O Diário Oficial da União desta terça-feira (2) traz três exonerações de apadrinhados de PTB, Pros e PSD.

Deley (PTB-RJ), Ronaldo Fonseca (Pros-DF) e Expedito Neto (PSD-RO) votaram “não” na noite do dia 26 de abril, quando o plenário da Câmara apreciou o texto-base da reforma trabalhista, que acabou aprovada por 296 votos a favor e 177 contrários.

Marcelo Xavier de Castro, indicação de Deley, foi exonerado do cargo de diretor de Finanças e Administração das Indústrias Nucleares do Brasil S.A. (INB).

José Ricardo Marques, apadrinhado por Ronaldo Fonseca, perdeu o cargo de diretor-geral do Arquivo Nacional do Ministério da Justiça.

Já Luiz Fernando Martins, que havia sido indicado por Expedito Neto, foi exonerado do cargo de delegado da Delegacia Federal de Desenvolvimento Agrário no Estado de Rondônia.

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Houve outras exonerações oficializadas nesta terça em retaliação às traições de integrantes da base aliada.

As demais demissões, no entanto, não foram publicadas no “Diário Oficial da União”, mas em atos internos.

Um integrante do governo afirmou que o total de exonerações passa de 30 e que a maioria já ocorreu.

A ideia é que os cargos sejam entregues sobretudo a parlamentares do “baixo clero” que não tinham sido contemplados pelo presidente e que podem avolumar o placar da reforma da Previdência.”

O próprio presidente pretende se reunir pessoalmente com bancadas menores, como PSC e PRB, para conseguir mais votos favoráveis.

*Com informações da Folha

Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil

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