12 de fevereiro de 2019, 06h10

Investigação sobre ex-assessor de Flávio Bolsonaro parou na reta final das eleições

Investigação sobre a movimentação financeira de Fabrício Queiroz, policial militar aposentado e ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro, parou entre agosto e novembro, período que compreende a campanha eleitoral

Foto: Reprodução
Reportagem de Ítalo Nogueira, na edição desta terça-feira (12) da Folha de S.Paulo, mostra que a investigação sobre a movimentação financeira de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (PSL/RJ) na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), parou durante a reta final da campanha eleitoral. Segundo histórico divulgados pelo próprio Ministério Público do Rio de Janeiro, investigação sobre a movimentação financeira de Fabrício Queiroz, policial militar aposentado e ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro, parou entre agosto e novembro, período que compreende a campanha eleitoral. Nesse intervalo, não há nenhuma outra movimentação relevante dos promotores formalizada no procedimento, segundo os...

Reportagem de Ítalo Nogueira, na edição desta terça-feira (12) da Folha de S.Paulo, mostra que a investigação sobre a movimentação financeira de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (PSL/RJ) na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), parou durante a reta final da campanha eleitoral.

Segundo histórico divulgados pelo próprio Ministério Público do Rio de Janeiro, investigação sobre a movimentação financeira de Fabrício Queiroz, policial militar aposentado e ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro, parou entre agosto e novembro, período que compreende a campanha eleitoral.

Nesse intervalo, não há nenhuma outra movimentação relevante dos promotores formalizada no procedimento, segundo os dados divulgados

Segundo a Promotoria do Rio, o relatório do Coaf chegou à instituição em 3 de janeiro de 2018. Outros cinco levantamentos foram produzidos tanto pela Promotoria como pelo Coaf. O último deles, concluído em 10 de maio, faz um estudo específico sobre as movimentações de Queiroz. A portaria que instaurou a investigação foi publicada apenas dois meses após a entrega dessas informações.

O último movimento pré-eleitoral ocorre em 6 de agosto, quando a Promotoria recebeu mais um relatório do Coaf.

Leia a reportagem na íntegra.

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