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04 de Abril de 2014, 16h20

Ipea errou: 26% dos brasileiros apoiam ataques a mulheres, não 65%

O instituto reconheceu o erro nesta sexta-feira (04), através de uma errata em seu site

O instituto reconheceu o erro nesta sexta-feira (4), por meio de uma errata em seu site

Por Redação

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) anunciou, através uma errata em seu site, nesta sexta-feira (4), que houve um erro nos dados da pesquisa que indicava que 65% dos brasileiros apoiavam ataques a mulheres com roupas curtas. Na verdade, o índice é de 26%.

Uma troca nos gráficos seria o motivo para o erro, segundo o Ipea. Os demais dados também foram corrigidos. Na nova versão, 70% discordam totalmente que “mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas” e 3,4% se declararam neutros.

A Folha de S. Paulo informou que o diretor da área social do Ipea pediu exoneração do cargo assim que o resultado foi divulgado.

Foto: Frente Feminista Casperiana Lisandra