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20 de dezembro de 2018, 14h05

Itamaraty confirma que Coreia do Norte foi convidada para a posse de Bolsonaro

Bolsonaro desconvidou Cuba e Venezuela sobre o pretexto de que os dois países teriam um regime ditatorial. Sob a ditadura hereditária da família Kim desde sua independência, em 1945, a Coreia do Norte tem mais de 2,6 milhões de pessoas em situação de escravidão, segundo a ONU.

Montagem
Reportagem de Renato Souza, publicada no Blog do Vicente Nunes, do Correio Braziliense, nesta quinta-feira (20), afirma que o Ministério de Relações Exteriores confirmou que representantes da Coreia do Norte foram convidados para a posse de Jair Bolsonaro (PSL), no dia 1º de janeiro. Segundo o Itamaraty, “foram convidados para a cerimônia de posse presidencial países com os quais o Brasil mantém relações diplomáticas, incluindo aquele citado em sua mensagem (Coreia do Norte)”, segundo comunicado enviado ao jornal. Fórum precisa ter um jornalista em Brasília em 2019. Será que você pode nos ajudar nisso? Clique aqui e saiba mais Bolsonaro voltou atrás...

Reportagem de Renato Souza, publicada no Blog do Vicente Nunes, do Correio Braziliense, nesta quinta-feira (20), afirma que o Ministério de Relações Exteriores confirmou que representantes da Coreia do Norte foram convidados para a posse de Jair Bolsonaro (PSL), no dia 1º de janeiro.

Segundo o Itamaraty, “foram convidados para a cerimônia de posse presidencial países com os quais o Brasil mantém relações diplomáticas, incluindo aquele citado em sua mensagem (Coreia do Norte)”, segundo comunicado enviado ao jornal.

Fórum precisa ter um jornalista em Brasília em 2019. Será que você pode nos ajudar nisso? Clique aqui e saiba mais

Bolsonaro voltou atrás e desconvidou Cuba e Venezuela para a sua posse sobre o pretexto de que os dois países teriam um regime ditatorial. Sob a ditadura hereditária da família Kim desde sua independência, em 1945, a Coreia do Norte é um dos regimes mais fechados do mundo.

De acordo com um relatório das Nações Unidas, divulgado pela fundação Walk Free, a Coreia do Norte mantém 2,6 milhões de pessoas em situação de escravos. A maior parte desse contingente é de cidadãos que são obrigados pelo Estado a realizarem trabalhos forçados.

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Na gestão de Kim Jong-un, neto do fundador do país, Kim Il-sung, a Coreia do Norte coleciona polêmicas sobre direitos humanos e atritos diplomáticos, especialmente com a vizinha Coreia do Sul.

Entretanto, desde junho, Kim Jong-un tem dito uma aproximação com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que mudou o tom das críticas para a cordialidade com o líder supremo coreano.

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