18 de dezembro de 2018, 16h04

Janaína Paschoal manda recado a Bolsonaro: “Se andar bem, sou aliada. Se andar mal, sou inimiga”

Na semana anterior, a deputada eleita defendeu uma apuração rigorosa sobre a movimentação financeira suspeita na conta do ex-assessor de Flávio Bolsonaro, Fabrício de Queiroz

Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

Apesar de pertencer ao mesmo partido de Jair Bolsonaro, o PSL, Janaína Paschoal, deputada estadual eleita por São Paulo, parece não ter muita convicção de como será sua relação com o presidente militar. “Se andar bem, sou aliada. Se andar mal, sou inimiga”, afirmou, nesta terça-feira (18), ao chegar para a solenidade de diplomação de políticos paulistas eleitos em outubro.

Janaína declarou, ainda, que terá a mesma postura em relação a João Doria (PSDB), futuro governador de São Paulo, de acordo com informações do Estado de S.Paulo.

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Na semana anterior, a deputada eleita defendeu uma apuração rigorosa sobre a movimentação financeira suspeita na conta do ex-assessor de Flávio Bolsonaro (PSL), Fabrício de Queiroz. Por sua conta no Twitter, ela sugeriu que assessores parlamentares tenham garantias e incentivos para denunciarem políticos que os contratam e ficam com parte de seus salários.

“A lógica da contratação precisa ser a capacidade do contratado e não a disponibilidade em dividir seus ganhos com o chefe”, afirmou.

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