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25 de março de 2019, 06h00

Jandira aposta em “movimento cívico nacional” contra a reforma da Previdência

Encontro que sela a unidade entre PT, PDT, PSB, PSOL, PCdoB e Rede nesta terça (26) é visto como marco para mobilização popular e adesão de congressistas de outras legendas, contrários ao sequestro de direitos

Líder da Minoria na Câmara Federal, a deputada Jandira Feghali (PCdoB) aposta na construção de um movimento cívico nacional, capaz de barrar a proposta de Jair Bolsonaro (PSC) para a reforma da Previdência. Um dos marcos para a resistência será o encontro que firma, na próxima terça-feira (26), às 11h, no Congresso, a unidade dos partidos de esquerda contra o fim da aposentadoria no Brasil. Participam PT, PDT, PSB, PSOL, PCdoB e Rede. Jandira destaca, no entanto, que o maior propósito do grupo é envolver na luta as mulheres e homens trabalhadores do País. A mobilização da sociedade é considerada...

Líder da Minoria na Câmara Federal, a deputada Jandira Feghali (PCdoB) aposta na construção de um movimento cívico nacional, capaz de barrar a proposta de Jair Bolsonaro (PSC) para a reforma da Previdência. Um dos marcos para a resistência será o encontro que firma, na próxima terça-feira (26), às 11h, no Congresso, a unidade dos partidos de esquerda contra o fim da aposentadoria no Brasil.

Participam PT, PDT, PSB, PSOL, PCdoB e Rede. Jandira destaca, no entanto, que o maior propósito do grupo é envolver na luta as mulheres e homens trabalhadores do País.

A mobilização da sociedade é considerada crucial para pressionar o Congresso. Apenas os votos dos seis partidos não são suficientes para barrar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do governo Bolsonaro.

“A ideia é também ampliar [a unidade] a outros deputados, independentemente de suas legendas, que estejam contra essa reforma que, essencialmente, sequestra direitos de uma grande camada da população mais pobre do Brasil (…) uma afronta à Constituição e ao papel do Estado”, explica Jandira.

Internamente, parlamentares progressistas comentam que, embora devam preparar emendas ao texto do governo, a única saída para evitar o ataque ao Sistema de Seguridade Social é a rejeição da proposta de Bolsonaro – considerada “inemendável”.

O encontro desta terça foi costurado na última quinta-feira (21), em reunião entre dirigentes partidários e lideranças parlamentares do PT, PDT, PSB, PSOL e PCdoB.

 

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