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01 de janeiro de 2019, 15h56

Juiz Marcelo Bretas, da Lava Jato no Rio, pega carona em avião da FAB para posse de Bolsonaro em Brasília

Segundo reportagem da Folha de S.Paulo, Bretas é cotado para ser indicado pelo novo presidente a uma das próximas vagas a serem abertas no STF (Supremo Tribunal Federal).

Reprodução/Instagram
Responsável pela Operação Lava Jato no Rio de Janeiro, o juiz Marcelo Bretas publicou em sua conta no Instagram uma foto ao lado do novo governador do Estado, Wilson Witzel (PSC), dentro de um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) a caminho da posse do presidente Jair Bolsonaro (PSL), em Brasília, que acontece nesta terça-feira (1). Segundo reportagem da Folha de S.Paulo, Bretas é cotado para ser indicado pelo novo presidente a uma das próximas vagas a serem abertas no STF (Supremo Tribunal Federal). O juiz disse ao jornal que foi convidado para a posse no Congresso pelo presidente da...

Responsável pela Operação Lava Jato no Rio de Janeiro, o juiz Marcelo Bretas publicou em sua conta no Instagram uma foto ao lado do novo governador do Estado, Wilson Witzel (PSC), dentro de um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) a caminho da posse do presidente Jair Bolsonaro (PSL), em Brasília, que acontece nesta terça-feira (1).

Segundo reportagem da Folha de S.Paulo, Bretas é cotado para ser indicado pelo novo presidente a uma das próximas vagas a serem abertas no STF (Supremo Tribunal Federal). O juiz disse ao jornal que foi convidado para a posse no Congresso pelo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM). Ele deve comparecer também às solenidades nos palácios do Planalto e do Itamaraty a convite de Bolsonaro.

O responsável pela Lava Jato fluminense também participou da posse de Witzel (PSC), de quem é amigo, na Assembleia Legislativa. Sentou-se no plenário ao lado dos secretários José Luís Cardoso Zamith (Governança) e Gutemberg de Paula Fonseca (Governo).

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Witzel e Bretas afirmam que cortaram contato quando o governador oficializou suas pretensões políticas, em março. O objetivo era evitar rumores de que a condução da Lava Jato no período eleitoral pudesse sofrer alguma acusação de viés político.

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